PROJETO

Petrolina terá centro de estudos científicos

A Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) vai criar um espaço interativo para estudantes voltado para o desenvolvimento de pesquisas ligadas às ciências, tecnologia e meio ambiente

O Sertão pernambucano terá, em breve, um centro especializado na discussão e na prática do conhecimento científico, nos moldes do Espaço Ciência, localizado na região metropolitana. A Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) recebeu do governo do Estado, este mês, um imóvel instalado em uma área de 1,6 hectare, em Petrolina, onde serão promovidos projetos de divulgação científica, tecnológica e cultural, além da exposição temporária de trabalhos focados em temas que unam arte e ciência.

O local, que está sendo chamado provisoriamente de Espaço Interativo de Ciência, fica às margens do Rio São Francisco. Foi, até pouco tempo, a sede do Departamento de Estradas de Rodagens de Pernambuco (DER-PE) no município. Nos próximos dias, a universidade promete iniciar uma reforma para adequar o espaço. A previsão é que em 90 dias o centro já esteja funcionando.

Segundo o diretor de projetos da Univasf, Carlos Wagner, a iniciativa deve promover os projetos acadêmicos na região, principalmente para os alunos das redes pública e privada de ensino. “Estamos animados com a idéia de levar a ciência aos estudantes dos ensinos fundamental e médio das escolas sertanejas. Também é um grande incentivo para as experiências na universidade”, declarou.

Wagner compara o novo pólo de pesquisa do Sertão ao Espaço Ciência, localizado entre as cidades do Recife e Olinda, que realiza exposições sobre ciência, tecnologia e meio ambiente. “Na idéia e na concepção eles são semelhantes. A diferença vai estar na estrutura física e, principalmente, no temas, que aqui darão mais ênfase na realidade do Semi-Árido”. Segundo ele, o objetivo é promover exposições permanentes e itinerantes em diversas áreas do estudo.”

Para este ano, a Univasf programa atividades como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em outubro, a Mostra Científica das Escolas do Semi-Árido, além de um pólo para os programas Experimentoteca e Mão na Massa.

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