Residência em saúde | Fonte: Assessoria de Comunicação do Cremepe

Cremepe participa de acolhimento aos residentes

Fonte: Assessoria de Comunicação do Cremepe

IMG_8833O presidente do Conselho Regional de Medicina Pernambuco (Cremepe), André Dubeux, participou na manhã desta sexta-feira (03/03) do acolhimento de  1,2 mil residentes, no Teatro Guararapes – no centro de Convenções de Olinda. O encontro foi promovido pela secretaria de Saúde de Pernambuco (SES) e contou com a presença dos secretários de Saúde do Estado, Iran Costa, e do município, Jaílson Correia.

As residências médica e multiprofissional são modalidades de pós-graduação destinadas a médicos e profissionais de saúde de diversas áreas, caracterizada por treinamento em serviço. Segundo a SES hoje são 2.773 residentes atuando na rede de saúde do Estado, representando um investimento anual de R$ 110 milhões, dos quais R$ 65 milhões são custeados pelo tesouro estadual. O início do ano letivo destes novos profissionais começou hoje com o acolhimento da secretaria.

“Em momentos de crise o acolhimentos dos residentes mostra o interesse do governo do Estado de manter a qualidade do ensino, priorizando o atendimento ao paciente do SUS em todos os níveis e permite que os jovens possam se aperfeiçoar e exerçam a profissão com dignidade”, disse Dubeux.

Para o presidente da Comissão Pernambucana de Residência Médica (CEREM-PE), Eduardo Jorge, este é um momento de renovação. “Hoje se tem convicção que a residência serve de qualificação dos hospitais, então a presença dos residentes é um frescor, um novo ânimo”, disse Eduardo. Ele ainda destacou que este ano a procura de médicos de outros estados foi grande. “A gente tem 40% destes residentes que chegam de outros estados,  especialmente Paraíba, Alagoas e Ceará, esse ano especificamente, tem gente do Amazonas, Minas gerais e do Rio grande do Sul que reforça a qualidade da residência no Estado”, disse.

Entretanto, o presidente também sinalizou que a crise nos hospitais “agonizou”, mas com os novos profissionais foi otimista quando assegura que estes novos profissionais terão que exercer o papel político e reivindicatório. “O residente por si só já traz no seu cerne a coisa de reivindicar de querer uma supervisão de qualidade, que a estrutura funcione por isso tenho a certeza que mesmo na adversidade a gente vai ter algum caminho”, finalizou o representante da CEREM-PE.

Na oportunidade o presidente da Associação Pernambucana de Médicos Residentes (APMR), Everton Abreu, destacou a importância da união dos médicos residentes e os convidou a fazer parte da associação. “O queremos é que o residente abrace a causa da residência médica porque o que ele fizer agora vai ser legado para os próximos anos, o que ele encontrou foi o que os outros residentes, de antes, conseguiram. Queremos que o residente de hoje lute pelo futuro também”, analisou Everton.

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