ADEQUAÇÃO | Fonte: Assessoria de Comunicação do Cremepe

Unidades Básicas de Petrolina são temas de reunião no MPPE

Fonte: Assessoria de Comunicação do Cremepe

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e o Sindicato dos Médicos do Estado (Simepe) dão continuidade aos processos das Unidades Básicas de saúde de Petrolina. A promotora de Petrolina, Ana Cláudia Sena, convocou as entidades médicas e a secretária municipal de saúde, Magnilde Albuquerque, nesta quinta (13/09), para discutir ponto a ponto as irregularidades apontadas nos relatórios de fiscalização do Cremepe. Foram discutidas a situação das UBSs Pedrinhas e Bebedouros e ficou deliberada fiscalização conjunta com a promotora, gestão e entidades, principalmente, nas unidades satélites.

Atualmente, Petrolina conta com 90 equipes da Estratégia de Saúde da Família cadastradas no município o que significa 92% de cobertura populacional, de acordo com o senso de 2010. Para os 8% da população desassistida, a secretaria informou que já solicitou ao Ministério da Saúde o credenciamento de novas equipes. Entretanto, o Conselho e o Sindicato vistoriaram as condições de atendimento e o ético exercício médico, em Unidades Básicas da Região e a autarquia federal determinou o indicativo de interdição nas unidades de Pedrinhas e Bebedouro. A gestão municipal iniciou reformas nas unidades.

UBS Bebedouros – A unidade começou a reforma – através de recursos de emenda parlamentar – e a previsão é a entrega da obra em seis meses. Na oportunidade, a secretária se comprometeu a  informar mensalmente o cumprimento das etapas da reforma da unidade.

Em Pedrinhas ( Unidade satélite da UBS Januário) – De acordo com a secretária municipal foi nomeado um diretor técnico para o serviço e está sendo implantado um sistema de prontuário eletrônico. Em relação a estrutura física ficou deliberado que em 6 de novembro será realizada uma fiscalização conjunta com as entidades médicas – Cremepe e Simepe -, o Ministério Público, Conselho de Enfermagem e secretaria municipal de saúde. “Essa união de forças é sempre muito positiva na questão da consequência, da melhoria do atendimento na saúde, porque vai tomar decisões no local e possibilidades de melhoria”, avaliou Ana Cláudia.

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