OMS quer descobrir origem do coronavírus

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está se preparando para enviar uma equipe à China para determinar a origem do novo coronavírus, anunciou ontem seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus. A agência especializada da ONU pressiona a China desde o início de maio para convidar seus especialistas para investigar a origem animal do novo coronavírus.

“Poderemos combater melhor o vírus quando soubermos tudo sobre o vírus, incluindo como ele começou. Enviaremos uma equipe para a China na próxima semana para nos prepararmos para isso, e esperamos que nos ajude a entender como o vírus começou e o que podemos fazer no futuro para nos preparar”, disse em entrevista coletiva. Tedros não especificou a composição da equipe ou em que consistirá a missão.

Os cientistas acreditam que o coronavírus passou de um animal para o homem e surgiu na China no final do ano passado, possivelmente no mercado da cidade de Wuhan, que vendia animais selvagens como alimento.

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 502.599 pessoas em todo o mundo desde que surgiu na China em dezembro, de acordo com um balanço realizado pela AFP ontem, às 16h de Brasília, com base em fontes oficiais. Desde o início da epidemia, mais de 10.208.540 casos foram registrados em 196 países e territórios. Desses, pelo menos 5.094.900 foram curados, de acordo com as autoridades.

O número de casos positivos diagnosticados reflete apenas uma parte de todas as infecções devido às políticas diferentes dos países para diagnosticar casos, alguns apenas o fazem com pessoas hospitalizadas e em muitos países pobres a capacidade de teste é limitada.

Mortes

Ontem, a Europa somava 196.428 mortes (2.660.794 infecções), Estados Unidos e Canadá 134.538 (2.667.981), América Latina e Caribe 112.321 (2.491.030), Ásia 33.689 (1.251.153), Oriente Médio 15.819 (743.172), África 9.671 (385.166) e Oceania 133 (9244).

Esse balanço foi realizado com dados das autoridades nacionais compilados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os números divulgados nas últimas 24 horas podem não corresponder exatamente aos do dia anterior. (AFP)


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