Coronavírus | Fonte: Jornal do Commercio

Bônus para disputa em medicina

Fonte: Jornal do Commercio


As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

Vestibulandos que estudaram e moram em Pernambuco e vão concorrer aos cursos de medicina, cinema, oceanografia e geologia no câmpus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) poderão ganhar um bônus na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O estudante terá acréscimo de 10% na média do exame ao se inscrever para essas graduações no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A proposta é do reitor Alfredo Gomes e será votada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). Esse benefício já existe na UFPE para egressos de escolas da Zona da Mata e do Agreste pernambucano e que disputam vagas em cursos nas unidades de Vitória de Santo Antão (Zona da Mata) e Caruaru (Agreste). A votação para ampliação do bônus de inclusão regional seria realizada ontem. Mas como a pauta incluía também a implantação de um semestre extra na UFPE, por causa da pandemia de covid-19, não houve tempo. O assunto voltará a ser discutido na próxima reunião do conselho, ainda sem data para acontecer. Segundo a universidade, terão direito ao acréscimo os candidatos do Sisu que residem e tenham estudado em escolas regulares e presenciais de Pernambuco. A escolha desses quatro cursos, conforme a instituição, justifica-se “pelo fato de que, nos últimos quatro anos, eles apresentaram um percentual médio de ocupação das vagas acima de 20% por estudantes de outros Estados. Em 2019, a pró-reitoria de graduação da UFPE fez um levantamento para saber a origem dos candidatos aprovados em medicina no câmpus Recife. Das 140 vagas, só 53, ou 37,9%, ficaram com jovens pernambucanos. As outras 87 vagas, ou 62,1%, foram preenchidas por vestibulandos de outros Estados. São Paulo e Minas Gerais mandaram mais gente, 32 e 10 estudantes, respectivamente. Em 2018, também de acordo com a pró-reitoria, os quatro cursos com mais alunos de fora foram medicina (55%), oceanografia (43%), cinema (38%) e biomedicina (34%).

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