Preocupação | Fonte: Jornal do commercio

Infecções reforçam preocupação

Fonte: Jornal do commercio

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

Sintepe diz que casos confirmam não haver segurança para retorno às aulas presenciais

Para os professores da rede estadual, em greve por discordarem do retorno ao ensino presencial neste cenário de pandemia de covid-19, a notícia de contaminação de alunos em escolas privadas reforça a defesa que o momento é ainda de manter as unidades de ensino, sejam públicas ou privadas, fechadas. A paralisação é chamada de Greve em Defesa da Vida. “Essa informação confirma toda nossa preocupação e toda nossa luta e argumentação de que ainda, infelizmente, não estamos no momento seguro para esse retorno às escolas. Independente de qualquer situação, o que fica claro é que houve a contaminação, que o vírus está ativo e continua matando as pessoas”, comentou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Fernando Melo. “Fatos como esse são tristes. Ninguém comemora uma situação dessa, mas os casos comprovam que a luta do Sintepe é consistente e tem motivos para tal. E é por esse motivo que hoje estamos paralisados na rede pública estadual de ensino”, afirmou Fernando Melo. Para o sindicato, a abertura das escolas por parte da Secretaria de Educação atropela as MARGARIDA AZEVEDO mazevedo@jc.com.br Sintepe diz que casos confirmam não haver segurança para retorno às aulas presenciais negociações. “O roteiro de ações da comissão paritária deveria ser cumprindo, como por exemplo, a fiscalização completa das escolas que serão reabertas. Estamos enfrentando até atitudes inadmissíveis, como pressão psicológica e ameaças à categoria. O Estado de Pernambuco será responsável por casos de contágio e agravamentos decorrentes da abertura precoce e imprudente das escolas”, destacou o Sintepe, em nota. “Não faz nenhum sentido dizer que houve perseguição do governo. Construímos uma negociação. Houve a constituição das comissões para visitar as escolas. Ao decidir pela greve, entendemos que o Sintepe rompeu com esse processo”, disse o secretário de Educação, Fred Amancio. Ele destacou ainda que a volta das aulas presenciais para o dia 21 de outubro foi acordada entre sindicato e governo perante a Justiça.

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