Covid-19 | Fonte: Diario de Pernambuco

Mundo bate três recordes de casos da Covid

Fonte: Diario de Pernambuco

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

Europa responde por 47,7% das infecções registradas na segunda onda do novo coronavírus. Para conter a pandemia, governos retomam medidas restritivas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou ontem que registrou um novo recorde mundial de casos de coronavírus. Foi o terceiro consecutivo. A soma global alcançou 465.319 novos casos no último sábado, enquanto 449.720 tiveram registro na sexta-feira e 437.247 na quinta. O crescimento exponencial ocorre no momento em que França, Portugal, Bélgica, Espanha e Alemanha vivem uma segunda onda da pandemia e reforçam as medidas restritivas para conter o avanço da doença.

Quase metade dos novos casos de sábado foram registrados na região Europa da OMS, com um recorde de 221.898 em um dia. Quase nove milhões de casos foram registrados na região desde o início da pandemia. O Hemisfério Norte está em um “momento crítico” da pandemia, alertou o chefe da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, acrescentando que, em muitos países, os hospitais e as unidades de terapia intensiva estão “quase ou acima de sua capacidade” de atendimento.

O preocupante, segundo ele, é que “ainda estamos em outubro”, ou seja, o inverno não atingiu o ponto máximo, com baixas temperaturas e com um número maior de pessoas em casa. E estimou que “os próximos meses serão muito difíceis”, em um momento em que “alguns países estão em um caminho perigoso”. Há mais de 42,6 milhões de casos confirmados no mundo e cerca de 1,15 milhão de mortos.

Na Espanha, o presidente Pedro Sánchez decretou ontem um estado de alarme, por 15 dias,  que irá amparar a aplicação de um toque de recolher em todo o país para frear a nova onda de coronavírus, com exceção para as ilhas Canárias.  O Executivo irá impor um toque de recolher noturno entre 23h e às 6h, em meio aos protestos das autoridades regionais para adiantá-lo ou atrasá-lo em uma hora.

Em Berlim, centenas de policiais dispersaram ontem um protesto, com cerca de duas mil pessoas, contra as restrições. Um projétil atingiu o edifício do órgão encarregado pela luta contra a pandemia. Os manifestantes do movimento Querdenker, que significa “inconformistas”, se opõem ao uso da máscara e do distanciamento social.

Ao contrário da Europa, o Brasil anota quedas consecutivas de casos e mortes. O balanço do Ministério da Saúde de ontem apontou 13.493 novos caso, com um acúmulo de 5.394.128, além de 231 novas mortes, totalizando 157.134., e 4.835.915 pessoas (89,7%) consideradas curadas da doença. Outras 401.079 pessoas estão em acompanhamento. São Paulo registra os maiores números do país, com 1.091.980 casos e 38.747 óbitos. (Com agências)

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