Cidades | Fonte: Jornal do Commercio

PE traça plano de vacinação

Fonte: Jornal do Commercio

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

CORONAVÍRUS Reunião realizada ontem definiu que estratégia de imunização estadual seguirá modelo adotado pelo Ministério da Saúde Em meio à esperança trazida pela eficácia de 78% da CoronaVac para os casos leves da infecção pelo novo coronavírus, anunciada ontem pelo governo de São Paulo, Pernambuco apresentou a versão preliminar do plano de operacionalização da campanha de vacinação contra a covid-19, que prevê imunizar mais de 2,8 milhões de pessoas que fazem parte do grupo de risco da doença. Elas estão distribuídas em quatro segmentos distintos. Ontem, em reunião com o comitê técnico estadual para acompanhamento da vacinação, a superintendente de Imunizações da Secretaria de Saúde de Pernambuco, Ana Catarina de Melo, frisou que o trabalho do Estado seguirá o mesmo plano e calendário de vacinação do Ministério da Saúde. ‘Estamos organizando toda a logística de entrega e distribuição dos insumos, além de orientar municípios sobre o uso de estratégia diferenciada para cada grupo prioritário. Para trabalhadores da Saúde e da Educação, por exemplo, sugerimos que a vacina seja feita in loco (nos locais de trabalho desses profissionais)’, disse Ana Catarina. Já para idosos, ela destacou que a imunização poderá ser feita casa a casa ou no modelo drive-thru, de forma que seja facilitada a aplicação das doses para esse público, com garantia da vacinação tanto para a primeira como a segunda dose. Fazem parte da primeira fase da campanha de vacinação contra a covid-19 em Pernambuco, segundo Ana Catarina, os trabalhadores da Saúde que estão na linha de assistência e trabalham na vigilância, a população idosa a partir dos 75 anos, as pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência e os índios aldeados nas 11 etnias do Estado. ‘Na segunda etapa, entram pessoas de 60 a 74 anos. A terceira fase prevê a imunização de pessoas com comorbidades e, em breve, detalharemos quais são elas. É muito importante, no momento em que a campanha for iniciada, que essas pessoas levem a prescrição médica indicando que tem alguma uma comorbidade’, orientou Ana Catarina. Já o quarto grupo a se vacinar é composto pelas forças de segurança do Estado, trabalhadores da Educação, caminhoneiros, profissionais do transporte aéreo, pessoas que trabalham no Porto de Suape e no Porto do Recife. ‘Vamos também vacinar os quilombolas e os trabalhadores do transporte coletivo (ônibus e metrô).’ Durante a reunião do comitê técnico, o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, lembrou que cabe aos Estados se prepararem para conduzir esse processo de vacinação. ‘Estamos apresentando uma versão preliminar do nosso plano, que está sendo submetida ao comitê para aprimoramento e discussão’, afirmou. Todos os membros do comitê estadual terão até a próxima semana para dar considerações e finalizar o plano. O documento traz sugestões para que gestores municipais otimizem o uso da vacina, evitando perdas. Os gestores municipais também podem pensar em centros de vacinação contra a covid-19. Campanha prevê imunizar mais de 2,8 milhões de pessoas do grupo de risco ‘Dialogamos prioritariamente com o Ministério da Saúde, mas também buscamos outras iniciativas com laboratórios que não estão na linha de frente do PNI”, diz o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo ‘Os municípios têm um grande desafio: organizar as salas de vacinas para que esteja tudo nos conformes, a rede de frio e as equipes itinerantes”, afirma a secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque ‘O registro (da vacina aplicada em cada pessoa) será feito em sistema. Unidades sem conectividade devem fazer à mão e repassar para o sistema”, diz a superintendente da SES, Ana Catarina de Melo ‘Tenho defendido, no comitê municipal de vacinação, que professores tenham mais prioridade no plano de imunização e não esperem até a 4ª fase”, frisa o pediatra Eduardo Jorge da Fonseca, membro dos comitês locais

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