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Esperança pela volta da folia em 2022

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Com exceção de raros maus exemplos, o pernambucano compreendeu a importância de evitar aglomerações no carnaval e preferiu ficar em casa para evitar o aumento de casos da Covid-19. O governo do estado apresentou ontem um balanço dos dias de Momo, que neste ano tiveram os festejos cancelados. O saldo foi considerado positivo em todo o estado, sem registros expressivos de festas, aglomerações ou descumprimento às recomendações da pandemia.

O secretário estadual de Saúde, André Longo, se mostrou otimista com a possibilidade de o estado ter carnaval em 2022. “É algo que vai depender muito da realidade dos próximos meses e o quantitativo de fabricação e entrega de vacinas. A vacinação de toda nossa população pernambucana, até o segundo semestre, é algo que nos permitiria um retorno gradual das nossas atividades. Sendo realista e esperançoso, poderíamos então entrar no ano que vem pensando na possibilidade do carnaval de rua novamente”, explicou.

Ao todo, foram feitas cerca de cinco mil ações de fiscalização. Nos polos mais tradicionais da folia, como o Sítio Histórico de Olinda e o Bairro do Recife, onde os bares e restaurantes estiveram proibidos de funcionar no fm de semana, não foram registrados problemas.

“Nós agradecemos a cada pernambucano que atendeu ao chamado do poder público e viu que não era possível fazer carnaval na pandemia. Conseguimos, com isso, evitar cenas de desrespeito como aconteceram em outros estados, como o Rio de Janeiro e Minas Gerais”, destacou o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico. Segundo ele, seguem mantidas, pelos próximos 30 dias, as proibições de shows, apresentações culturais, assim como a necessidade de redução da capacidade e distanciamento em estabelecimentos.

O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua destacou que o período de carnaval foi considerado tranquilo. Em seu relatório, foram registrados 1.983 lançamentos de policiamento ostensivo, além do ordinário já existente, atuando do Litoral ao Sertão. “Da sexta-feira até a Quarta de Cinzas, houve uma baixíssima procura por focos de folia por pessoas desavisadas, mas sem presença de blocos ou qualquer tipo de agremiação”, afirmou o gestor da pasta. Ele enumerou, ainda, 5.323 ações das forças integradas, incluindo o Procon, autoridades de trânsito e a Vigilância Sanitária.

O serviço telefônico 190, da Polícia Militar, recebeu 421 denúncias e 37 pessoas foram conduzidas à delegacia. Duas ocorrências chamaram atenção – a primeira uma festa particular em uma marina de Barra de Jangada, em Jaboatão. Por lá, uma centena de pessoas estava reunidas e o estabelecimento foi interditado. Além disso, outro evento carnavalesco foi identificado em uma residência, no bairro do Passarinho, na Zona Norte do Recife, com a condução do responsável para a delegacia.