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500 mil mortes por covid-19 nos EUA

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Os Estados Unidos superaram nesta segunda-feira (22) as 500 mil mortes pelo coronavírus, e o presidente Joe Biden prestou homenagem por meio de uma cerimônia, ainda que o avanço da vacinação no país e no mundo gere otimismo sobre um possível fim da pandemia. Diante do marco sombrio nos Estados Unidos, Biden ordenou que as bandeiras dos prédios do governo federal sejam hasteadas a meio mastro por cinco dias, anunciou sua porta-voz, Jen Psaki. “Mais americanos morreram nesta pandemia do que na Primeira Guerra Mundial, na Segunda Guerra Mundial e na Guerra do Vietnã juntas”, disse o presidente americano em uma declaração. À noite, em um cerimônia no jardim da Casa Branca, onde velas foram acesas em homenagem aos falecidos, Biden disse: “Eu sei como é”, em referência às muitas tragédias que superou em sua vida. Ele ainda pediu aos americanos que lembrassem daqueles que partiram e que permanecessem vigilantes, respeitando o distanciamento social, o uso da máscara e que todos se vacinem. Junto com a esposa Jill, a vice- -presidente Kamala Harris e seu marido Doug Emhoff, Biden respeitou um minuto de silêncio e, antes de voltar a entrar na Casa Branca, se benzeu. Minutos antes, marcando o pôr do sol, as bandeiras de todos os prédios federais, incluindo as embaixadas, foram colocadas a meio mastro. Os Estados Unidos são o país mais afetado no mundo em termos absolutos pelo coronavírus, com 28 milhões de infecções e meio milhão de mortes. Ao contrário de seu antecessor, o republicano Donald Trump, Biden fez do combate à pandemia sua prioridade. O presidente alertou que o número de vítimas nos Estados Unidos pode ultrapassar 600 mil. Apesar das dramáticas perdas, a tendência no país é de forte queda. Rochelle Walensky, diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a agência federal de supervisão de saúde pública, informou que as mortes nos Estados Unidos estão em seu nível mais baixo desde dezembro, com uma queda de 39% na média dos últimos sete dias de novos casos diários. Ainda assim, é improvável que haja uma data final clara para os riscos de contágio de um vírus facilmente transmissível.

VACINAÇÃO

Nos Estados Unidos, mais de 63,1 milhões de pessoas já receberam as vacinas autorizadas até agora (Pfizer/ BioNTech e Moderna), das quais 18,8 milhões já receberam as duas doses exigidas, segundo dados do CDC, centro federal de vigilância de saúde pública. O país ainda pode ter uma terceira vacina licenciada até o final da semana, a da Johnson & Johnson, sobre a qual um comitê deve emitir um parecer consultivo na sexta-feira.