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Assembléia de médicos aprova demissão coletiva

Parte dos médicos que trabalha na Prefeitura de Olinda decidiu, em assembléia realizada ontem à noite, no auditório do Sindicato dos Médicos, iniciar um processo de demissão em massa. Eles estão insatisfeitos com as condições de trabalho apresentadas pelo município, assim como consideram baixo o salário da categoria. Hoje, pelo menos 15 médicos devem comparecer à Secretaria de Administração de Olinda para assinar um documento chamado intenção de demissão.

Atualmente, há três estágios de salários entre os profissionais de medicina de Olinda. Os concursados de 1989 recebem um salário-base de R$ 622,71. Os de 1994 ganham R$ 522,84, enquanto os que entraram em 2003 recebem R$ 429,74. “Apresentamos uma proposta à prefeitura para que nossos vencimentos fossem equiparados aos do Estado, mas eles propuseram apenas igualar os salários das nossas três categorias. Dessa forma, os profissionais que entraram em 2003 passariam a receber igual aos médicos que trabalham desde 1989, mas esses não teriam aumento”, destacou o presidente do Sindicato dos Médicos, Mário Fernando Lins.

Os médicos do Estado ganham R$ 1.540. Quando plantonistas, recebem mais R$ 600. Vinte e cinco médicos participaram da assembléia de ontem. Eles pretendem convencer os cerca de 200 médicos de Olinda a pedir demissão.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Jornal do Commercio.

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Privado: Assembléia de médicos aprova demissão coletiva

Parte dos médicos que trabalha na Prefeitura de Olinda decidiu, em assembléia realizada ontem à noite, no auditório do Sindicato dos Médicos, iniciar um processo de demissão em massa. Eles estão insatisfeitos com as condições de trabalho apresentadas pelo município, assim como consideram baixo o salário da categoria. Hoje, pelo menos 15 médicos devem comparecer à Secretaria de Administração de Olinda para assinar um documento chamado intenção de demissão.

Atualmente, há três estágios de salários entre os profissionais de medicina de Olinda. Os concursados de 1989 recebem um salário-base de R$ 622,71. Os de 1994 ganham R$ 522,84, enquanto os que entraram em 2003 recebem R$ 429,74. “Apresentamos uma proposta à prefeitura para que nossos vencimentos fossem equiparados aos do Estado, mas eles propuseram apenas igualar os salários das nossas três categorias. Dessa forma, os profissionais que entraram em 2003 passariam a receber igual aos médicos que trabalham desde 1989, mas esses não teriam aumento”, destacou o presidente do Sindicato dos Médicos, Mário Fernando Lins. Os médicos do Estado ganham R$ 1.540. Quando plantonistas, recebem mais R$ 600. Vinte e cinco médicos participaram da assembléia de ontem. Eles pretendem convencer os cerca de 200 médicos de Olinda a pedir demissão.