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A tal tecnologia

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Hospitais de porte e profissionais da saúde fazem da tecnologia a maior aliada no tratamento e diagnósticos

2,05 metros e 170 quilos. Com essas medidas, o médico Evandro Vilar não conseguia fazer uma ressonância magnética, exame essencial para um diagnóstico mais preciso das dores que sente no joelho e nos ombros. Até que, na semana passada, fez pela primeira vez o exame, no Hospital Português. A ressonância só foi possível porque há cerca de dois meses chegou ao hospital um modelo que tem 15% mais espaço interno do que os equipamentos normais. Além de mais conforto para os pacientes, a nova máquina conta ainda com mais precisão de imagem.

“O equipamento atende com eficiência obesos, mulheres grávidas e pessoas com claustrofobia, uma vez que o túnel do equipamento foi reduzido para apenas 1,20 metro, evitando aquela sensação de aprisionamento que algumas pessoas sentem nas máquinas tradicionais”, explica o médico Henrique Cartaxo. A aquisição da nova ressonância revela a postura de investir em tecnologia dos hospitais do pólo médico. “Este equipamento é único no Norte/ Nordeste e foi apresentado em um congresso internacional de radiologia em 2006, nos Estados Unidos. Menos de um ano depois já havíamos feito a encomenda”, conta Cartaxo. Também dentro dos investimentos em novos equipamentos, recentemente o hospital adquiriu um neuronavegador, equipamento que aumenta a precisão dos médicos durante cirurgias feitas no cérebro.

Do outro lado da Avenida Agamenon Magalhães, no bairro da Ilha do Leite, os investimentos em tecnologia continuam. O Hospital Esperança está gastando R$ 25 milhões no centro de diagnóstico da unidade, quantia que inclui a aquisição de uma nova máquina de ressonância magnética e de um tomógrafo computadorizado. O tomógrafo, de última geração, vai permitir um melhor mapeamento anatômico de várias patologias, como as do tórax e cardiovasculares.

O hospital também investiu no uso de laser em cirurgias de remoção de cálculos renais. “Este é o primeiro laser instalado em serviço de urologia no Recife para o tratamento do cálculo renal”, explica Roberto Lucena, médico da equipe de urologia do Esperança. Deacordo com o médico, com o novo aparelho o hospital se iguala aos melhores centros médicos do mundo no que diz respeito ao tratamento de cálculos renais.

O bom uso da tecnologia no pólo médico não está restrito aos equipamentos caros e de alta precisão. Andando pelos corredores dos hospitais, é possível perceber que muitos médicos abandonaram a caderneta e a caneta em troca de modernas ferramentas eletrônicas. “Com um palm eu posso fazer consultas rápidas na internet e fazer anotações mais organizadas sobre os pacientes, além de poder usar softwares específicos para a área de saúde”, comenta o psiquiatra José Vieira Filho.