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Confirmada 7ª morte por dengue

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Caso ocorreu em Abreu e Lima e foi pela forma hemorrágica da doença

MIRTHYANI BEZERRA

Foi confirmada a sétima morte por dengue hemorrágica no Estado. A Secretaria de Saúde de Abreu e Lima recebeu, ontem, do Laboratório Central de Pernambuco (Lacen), o resultado dos exames de Paulo José da Silva Oliveira, de 22 anos, falecido no Hospital e Maternidade de Abreu e Lima, no último dia 23 de abril, e afirmou que a sorologia apontou morte por dengue. As outras vítimas fatais moravam em Jaboatão (3), Camaragibe (1), Olinda (1) e Santa Maria do Cambucá (1).

Segundo o diretor de Vigilância à Saúde de Abreu e Lima, Clodoaldo Borba, o teste sorológico aliado ao quadro clínico do paciente comprovam que a morte foi causada pela forma mais letal da doença. “Esse é o segundo caso de dengue hemorrágica em Abreu e Lima, o primeiro com óbito. Só neste ano já notificamos 30 ocorrências de dengue clássica e estamos esperando a conclusão dos exames do Lacen para fazer a confirmação de outros”, afirmou.

De acordo com a irmã da vítima, a auxiliar de produção Edilene Maria da Silva Oliveira, de 27 anos, Paulo começou a sentir os sintomas na tarde da última terça-feira e procurou o serviço de pronto atendimento do Hospital e Maternidade de Abreu e Lima. “Chegando lá, o médico disse que era uma virose. Medicado, ele foi para casa. Quando voltou para a unidade de saúde no outro dia, os médicos trataram a doença como dengue, mas já era tarde. Ele faleceu às 11h” disse, acrescentando que vai acionar o município pelo erro no diagnóstico.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), foram notificados 11.209 casos de dengue clássica, sendo 940 deles confirmados. O aumento no número das ocorrências da doença no Estado tem preocupado o Governo pernambucano e as administrações municipais. Por isso, a SES realizou, ontem, no auditório da Agência Pernambucana de Vigilância em Saúde (Apevisa), reunião com 18 secretários de saúde do Interior e Região Metropolitana para formular ações de enfrentamento ao mosquito.

“Serão formados três grupos de trabalho que vão elaborar ações nas áreas de mobilização popular, assistência aos doentes e trabalho de campo”, afirmou o secretário executivo de Gestão e Vigilância em Saúde de Pernambuco, Cláudio Duarte. Segundo ele, a subnotificação ainda é um problema para a visualização da situação real da dengue em Pernambuco. “Abreu e Lima, Araçoiaba, Itamaracá, Itapissuma estão com um número muito reduzido de notificações registradas na secretaria, vamos investigar o que está havendo e cobrar dos municípios agilidade nas informações”, assegurou.