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Cremepe fiscaliza a Central de Regulação de Leitos

A diretoria do Cremepe realizou, na manhã desta sexta-feira (11), uma visita de fiscalização na Central de Regulação de Leitos da Secretaria Estadual de Saúde (SES). O setor está funcionando, desde agosto do ano passado, em um novo espaço do anexo da SES, na área onde funcionava a sede da Secretaria, no bairro da Boa Vista, no Centro do Recife.

A presidente do Cremepe, Helena Carneiro Leão, o vice-presidente, José Carlos de Alencar, e o médico fiscal, Sylvio Vasconcelos, foram recebidos pela diretora geral de fluxos assistenciais, Ana Lúcia da Hora e Sá, e pelo gestor da Central na Região Metropolitana e Zona da Mata, Thiago Azevedo. Os dois apresentaram as novas instalações e explicaram as melhorias que estão sendo propostas para garantir o atendimento na Central.

Atualmente, a Central de Regulação de leitos trabalha com 36 médicos, sendo cinco em cada plantão e um folguista. A meta, de acordo com Thiago Azevedo, é ampliar esse número para 49. Também foram abordadas as dificuldades enfrentadas pela Central, como a falta de informações repassadas pelos hospitais e a quantidade de leitos disponíveis. Azevedo citou como exemplo a existência de um Núcleo Interno de Regulação (NIR) nos hospitais Getúlio Vargas, da Restauração, Agamenon Magalhães e Otávio de Freitas. “Esses núcleos funcionam como uma ponte entre o hospital e a Central, facilitando o repasse de informações sobre o paciente. Nossa meta é instituir um núcleo em cada hospital da rede”, explicou.

O médico fiscal, Sylvio Vasconcelos, solicitou alguns documentos, como a escala dos médicos reguladores, o número de atendimentos realizados por cada médico nos últimos três meses, os hospitais que apresentam restrição (não estão abertos para receber novos pacientes) e a lista diária de pacientes que recebem indicação para internação em UTI.

Para a presidente do Cremepe, Helena Carneiro Leão, a visita foi positiva. “Houve grandes avanços, principalmente na estrutura física. Verificamos que há um empenho dos gestores e da Secretaria de Saúde. Esperamos que, com a rede toda integrada e com a inclusão de mais hospitais, a Central de Regulação possa ampliar e melhorar o seu trabalho”, afirmou.