Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

Aula sobre a dengue ao ar livre

A aula hoje para 200 estudantes de nove escolas municipais da Zona Norte do Recife será no Parque da Macaxeira, localizado no bairro de mesmo nome. Eles serão os responsáveis pela atividade, aberta ao público em geral, que terá como tema a dengue e ações de combate à doença. Pernambuco contabiliza 55.404 casos suspeitos da enfermidade, com nove mortes confirmadas. Ontem, a luta para vencer o mosquito Aedes aegypti contou com dois mil carteiros e 800 atendentes das agências dos Correios.

A Mostra Estudantil de Combate à Dengue começará às 9h e deve durar toda a manhã. Os estudantes farão apresentações sobre ações de controle da doença. Haverá uma competição, com direito a troféus e prêmios para os colégios que mais se destacarem e medalhas para os alunos. “As crianças são importantes aliadas pois atuam como multiplicadoras, além de serem fiscais atentos em suas casas e nas comunidades”, ressalta a gerente do Distrito Sanitário 7, Ana Sofia Costa.

Além de obter informações sobre como eliminar focos do Aedes aegypti, moradores e visitantes terão aferição de pressão e exames de glicose. Vão participar as Escolas Municipais Nadir Colaço (Macaxeira), Córrego do Euclides (Vasco da Gama), Santa Maria (Alto José do Pinho), Diácono Abel Gueiros (Macaxeira), Alto da Guabiraba (Guabiraba), Maria Amália (Macaxeira), Córrego da Bica (Passarinho), Pedro Alcântara (Córrego do Jenipapo) e Almerinda Umbelindo de Barros (Vasco da Gama).

Ontem de manhã, no Centro de Distribuição Domiciliar dos Correios, unidade Caxangá, que fica no bairro de San Martin, Zona Oeste do Recife, os carteiros incluíram nas suas bolsas panfletos, fôlderes e ímãs de geladeira sobre a dengue. O material passou a ser distribuído juntamente com as cartas em residências e em estabelecimentos comerciais. A ação, em parceria com a Secretaria de Saúde de Pernambuco, ocorre em todo o Estado. Foram confeccionados 150 mil folhetos.

“Acho importante ajudarmos a esclarecer a população sobre a doença. Somos bem recebidos e os moradores confiam na gente. Temos que alertá-los para manter quintais e jardins limpos”, comentou o carteiro José Artur do Nascimento, 59 anos. Ele atua na Iputinga. “Tive sintomas da dengue três vezes este ano. É muito ruim. O mosquito que transmite a doença é um bichinho perigoso”, afirmou Daniel Albuquerque, 57, carteiro de ruas da Várzea e da Cidade Universitária.