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Acusados de assassinar médico vão a júri popular

Os quatro acusados de planejar e executar a morte do médico Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 35 anos, em maio de 2014, vão a júri popular. A decisão foi da juíza Inês Maria de Albuquerque Alves, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, na última quarta-feira (26). Ainda existe a possibilidade de recurso para a defesa dos quatro réus. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) ainda não definiu a data para realização do júri.

Os acusados são o médico Cláudio Amaro Gomes e o filho dele, Cláudio Amaro Gomes Júnior, presos no dia 13 de junho de 2014, além de Lyferson Barbosa da Silva e Jailson Duarte César, detidos posteriormente. De acordo com a decisão da juíza, Cláudio Amaro Gomes responderá por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Já Cláudio Amaro Gomes Júnior será julgado por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), além de furto qualificado mediante fraude com comunicação falsa do crime e dano qualificado pelo uso de substância inflamável para a queima do veículo do médico.

Os outros dois acusados de participar do crime responderão por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e dano qualificado.

O cirurgião torácico Artur Eugênio foi abordado quando chegava em casa, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da cidade, por volta das 21h do dia 12 de maio de 2014. O corpo foi encontrado no dia seguinte, com marcas de tiros, às margens da BR-101, no bairro de Comporta, município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Artur era paraibano e deixou esposa, a também médica Carla Rameri Azevedo, e um filho de 2 anos.