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A salvação de Maria Júlia

Desde os primeiros meses de vida Maria Júlia da Silva, 1 ano, sofria com gripes, asma, suor excessivo. Chegou a passar dois meses internada. E, entre consultas, exames e dias no hospital, os médicos revelaram a Juliana Maria da Silva, a mãe: os sintomas eram consequência de uma cardiopatia chamada comunicação interatrial.

Desempregada, solteira e morando com a mãe e o irmão (também sem emprego formal), na área rural de Rio Tinto, município vizinho a Mamanguape, Juliana luta diariamente para que os filhos tenham, ao menos, leite para beber. “Minha mãe vai para a rua, pedir esmolas, e meu irmão faz biscates, senão a gente não tem o que comer”, revela.

Dinheiro para remédios ou tratamento médico é mais difícil ainda. “Se eu tivesse que pagar para Júlia se operar, ia derramar mais lágrimas do que já derramei, porque eu não teria condições. Foi uma bênção de Deus, essa cirurgia”, afirma.

Durante o procedimento, realizado em maio deste ano, um susto: Júlia sofreu três paradas cardíacas. “Pensei que a menina tinha morrido. Só sosseguei quando os médicos me levaram para dentro da UTI e vi os pezinhos dela mexendo. Nos momentos de nervosismo, dentro do hospital, recebi total apoio.”