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Vida nova para Renato

Esperar a ligação da assistente social virou um suplício para Maria Auxiliadora Oliveira, mãe de Renato Nunes, 6 anos. Desde muito pequeno, o menino sentia cansaço, falta de ar, até que, aos 4 anos, foi diagnosticado com comunicação interatrial. “Pensava que ia perder meu filho. Ele é muito inteligente, carinhoso, ativo. De repente começou a ficar indisposto, coração acelerado frequentemente. Quando descobrimos a doença, foi um aperreio para mim e para meu marido. Só temos Renato. Ao saber que ele poderia ficar bom com a cirurgia, não dormi mais aguardando a ligação da assistente social do hospital Arlinda Marques (onde o menino era tratado). E não passava uma noite sem rezar para conseguir a vaga”, declara a mãe.

Foram dois anos de espera, até que, em maio deste ano, o telefone tocou. Auxiliadora arrumou suas malas e as do filho e seguiu para o Hospital de Mamanguape. O momento mais difícil foi deixá-lo na entrada da sala de cirurgia. “Ao vê-lo ali, magrinho, deitado na maca, vieram muitas imagens à minha mente, de tudo o que a gente passou. Ainda hoje, quando ele está dormindo, entro no quarto e fico pensando nisso. Deus trouxe Renato de volta pra mim”, comenta, aliviada. “Se esse projeto (a Rede de Cardiologia) não existisse, quantas mães perderiam seus filhos na Paraíba?”.