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Galerias viram focos do mosquito

Moradores alertam que problemas estruturais nos bairros, muitos provocados pelo próprio poder público, podem se transformar em focos do Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chicungunha. A denúncia foi feita ontem durante visita de soldados do Exército e agentes da Secretaria de Saúde do Recife à Ilha Joana Bezerra, área central do Recife.

Nas Ruas Brasilândia e Conchal, por exemplo, galerias de águas pluviais com várias aberturas para a superfície viraram criadouros do mosquito. “A gente joga óleo queimado, cloro e água sanitária porque sai muito mosquito daí”, conta a cuidadora de idosos Maria Josinete Tavares, 40 anos, que se recupera de chicungunha. “Era bom que limpassem mais o canal também, porque quando limpa diminui muito a quantidade de mosquito”, acrescenta a dona de casa Jaqueline Gomes, 32.

Segundo a Secretaria de Saúde do Recife, os agentes aplicam periodicamente larvicida nessas galerias. Outra medida é a presença de funcionários da Emlurb, que retiram de lixo e entulhos das vias. “Já identificamos 711 pontos críticos para focos do Aedes na cidade, que são visitados duas vezes por semana. Mas sabemos que há muito mais, por isso a verificação é constante e estamos com equipes nas ruas todos os dias, de domingo a domingo”, assegura a diretora executiva de Limpeza Urbana da Emlurb, Bárbara Arrais. Ontem, as equipes visitaram também ruas da Estância. Ação se repete hoje.