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Análise com minicérebros

Minicérebros criados em laboratório serão usados para investigar a ligação entre zika e microcefalia. As estruturas de menos de 2 milímetros reproduzem o tecido do cérebro de um feto de 3 meses e foram obtidas por meio de célulastronco. Os modelos, hoje empregados no estudo de transtornos psiquiátricos, serão inoculados com o vírus da zika.

A agência de fomento do governo fluminense dividiu os grupos científicos em seis redes que se dedicarão a pesquisas sobre zika – temas como métodos de diagnóstico, controle do mosquito, acompanhamento de gestantes infectadas pelo vírus e de seus filhos. As redes, que reúnem 379 pesquisadores, receberão R$ 12 milhões.

O pesquisador Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, está entre os que têm a missão de responder se a infecção por zika provoca a microcefalia. “Não temos a resposta. É muito precoce assumir que zika tem relação direta com as alterações no sistema nervoso”, disse