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Ministros se unem para combater Aedes

BRASÍLIA Representantes da Casa Civil, Ciência e Tecnologia e Saúde discutem hoje novos projetos e medidas contra o mosquito que transmite zika, chicungunha e dengue

BRASÍLIA – Por orientação da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, receberá colegas de outras pastas hoje para debater novas medidas que o governo pode tomar no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chicungunha.

A reunião terá a participação dos ministros peemedebistas Marcelo Castro (Saúde) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia da Saúde). Em conjunto, as duas pastas desenvolveram um projeto que será apresentado com uma série de medidas relacionadas ao surto da doença. Além de estudos que tratam de possíveis vacinas, o projeto prevê propostas de assistência para as famílias de crianças com microcefalia.

Dilma não deve participar da reunião. A ideia é que os ministros acertem os detalhes do projeto antes de apresentá-lo a ela. Durante o feriado de Carnaval, a presidente pediu que todos os ministros ficassem de sobreaviso para possíveis reuniões. Ela foi a Porto Alegre, mas retornou no domingo e manteve sua rotina de exercícios diários.

A previsão é que a presidente mantenha hoje uma agenda com compromissos ligados ao combate da doença. À tarde, Dilma vai receber representante do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). Assim como tem feito com órgãos federais, como os Correios, Dilma tem apelado para que entidades ajudem na campanha de prevenção e erradicação do mosquito. Na semana passada, ela recebeu em seu gabinete o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio da Rocha.

Dilma deve participar pessoalmente da campanha de conscientização das Forças Armadas no próximo dia 13. A ideia é que a presidente vá a algumas casas conversar com moradores sobre as medidas que devem ser tomadas para eliminar o mosquito. Ela deve participar da visita a residências no Rio, cidade que está no centro das preocupações por causa das Olimpíadas.

ECONOMIA

Enquanto o zika vírus é uma importante questão de saúde pública, a Capital Economics diz que a propagação na América Latina não tem um grande impacto econômico na região. Em outras palavras, a companhia diz que o vírus não deve ser um grande empecilho para o crescimento econômico neste ano.

Cerca de 1,5 milhão de pessoas podem estar infectadas no Brasil, enquanto suspeita-se que milhares de outras pessoas estão com o zika na Colômbia e na Venezuela.