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OMS libera R$ 220 mi para combate ao zika

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um plano estratégico global no valor de S$ 56milhões para combater epidemia do vírus zika. O projeto, denominado Quadro de resposta Estratégica e Plano de operações Conjuntas, deve servir para orientar a resposta internacional à propagação da infecção e de casos de malformação congênita e síndromes neurológicas possivelmente associados ao zika.

A estratégia, segundo a OMS, visa a mobilizar e coordenar parceiros, especialistas e recursos para ajudar os países a ampliar a vigilância em torno o vírus e de desordens que possam estar associadas a ele; melhorar o controle do vetor; comunicar riscos de forma eficaz; elaborar medidas de orientação e proteção; providenciar cuidados médicos aos afetados acelerar pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de vacinas, técnicas de diagnóstico e terapias.

Dos US$ 56milhões definidos pela organização, US$ 25 milhões serão destinados à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), enquanto US$ 31 milhões financiarão o trabalho de parceiros.

O projeto tem duração prevista até junho, quando deve ser reavaliado. Pelos critérios de distribuição dos recursos – a presença do Aedes aegypti no país, o registro de casos de zika e a presença de malformações e síndromes neurológicas associadas ao vírus, o Brasil receberá a maior parte da verba -embora a divisão seja global, a prioridade é para países com presença do Aedes, da zika e de más-formações congênitas e só o Brasil preenche todos esses quesitos. Países que têm o mosquito, mas não têm a presença de zika, por exemplo, receberão recursos na área de vigilância e controle do vetor.

O “Plano de Arcabouço para Reação Estratégica e Operações Conjuntas”, elaborado pela OMS, inclui medidas como fortalecimento de vigilância para a doença, combate ao mosquito, trâmite acelerado para pesquisa de vacinas e desenvolvimento rápido de diagnósticos.