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Controle do mosquito ineficaz

A OMS também classificou métodos usados para combater o Aedes aegypti como ainda ineficazes, exemplificando o uso de inseticidas, que não teve tanto êxito no combate à dengue, o que também deve ocorrer com o zika. “O Aedes aegypti é a barata dos mosquitos”, disse Marie-Paule Kieny, sobre a dificuldade de controle do vetor.

A saída considerada é investir em técnicas inovadoras, como a liberação de mosquitos incapazes de fecundar fêmeas. No Brasil, já há experiências semelhantes, como o uso de energia nuclear para esterilizar insetos machos em Fernando de Noronha. A OMS, entretanto, destacou a necessidade de controle sobre tais iniciativas.

Especialistas defendem que, embora aparentemente “desgastadas”, as estratégias já postas em ação são o caminho mais rápido para controlar o vetor. “Os inseticidas e larvicidas precisam ser trocados porque os mosquitos adquirem resistência. Então, quando se fala de menor efetividade dessas ações, é preciso pensa nisso”, diz a pesquisadora d Laboratório de Mosquitos Ge neticamente Modificados da USP, Helena Araújo. A professora da área de gestão ambiental da UFRPE, Soraya El-Deir, lembra que, assim como a muriçoca em década passadas, o Aedes tem adqui rido novos hábitos ao longo do anos, um desafio amais para controle das arboviroses.