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Supostas fraudes na marcaçãode consultas

“O sistema precisa melhorar.” Essa foi à análise do secretário estadual de Saúde, Iran Costa, ao avaliar os procedimentos de marcação de consultas ambulatoriais da rede estadual de saúde. O gestor admitiu a fragilidade no mecanismo ontem, na Comissão de Cidadania da Alepe, que convocou a primeira audiência pública para tratar sobre denúncias de supostas fraudes nas marcações de consultas. “Concordo com a reclamação dos conselheiros de saúde. O sistema de marcação precisa melhorar. Estamos fazendo um trabalho árduo para implantar a regulação de consultas os hospitais da rede”, destacou Costa.

A comissão, junto com o MPPE, investigará supostas irregularidades no agendamento de consultas por intermédio de terceiros, assim, burlando o protocolo oficial. Um primeiro encontro já foi marcado para o próximo mês, segundo o presidente da Comissão, deputado Edilson Silva. A denúncia partiu de conselheiros do Hospital Barão de Lucena (HBL), que confrontam a reclamação de pacientes em relação à falta de vagas para a primeira consulta na especialidade de proctologia com o relatório apresentado pela diretoria da unidade, que contabilizou 2.784 atendimentos. Os números e a cobrança dos conselheiros são referentes a 2015.

A diretora do HBL, Carla Araújo, rebateu a Comissão. “Há esclarecimentos nossos que foram mal interpretados. O que nos foi demandado foi o quantitativo de consultas marcadas e não dados da primeira consulta. Temos outro indicador que é dos procedimentos que foram realmente realizados.”