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Itens processados levam à obesidade

Saudabilidade é um termo que está alta. Nos consultórios de nutrólogos e nutricionistas, ouve se muito junto a “carboidratos complexos”, “oleaginosas”, “gordura boa”. O discurso dos profissionais que trabalham com a qualidade da alimentação alheia também é amarrado pela defesa da comida de verdade, ou seja, alimentos puros, sem acréscimo de conservadores, saborizantes artificiais, etc, enfim, alimentos fornecidos pelo ambiente. É como se voltássemos no tempo, à época das nossas avós, que tinham uma dieta minimamente industrializada, que priorizava ingredientes naturais. São eles que continuam sendo a chave para uma boa saúde. Não tem segredo.

Vez ou outra, surgem umas listas dos piores alimentos, ou melhor, produtos alimentícios, para a saúde, mas sem muita preocupação com os fundamentos nutricionais. Conversamos com dois especialistas na área, o médico nutrólogo Louis Goldstein, e a nutricionista Débora Wagner, e eles fizeram um ranking dos itens mais nocivos à nossa saúde nos últimos dias. Em tempo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o principal motivo para o franco crescimento da epidemia de obesidade entre os adultos de vários países é a má alimentação, carregada de itens ricos em calorias vazias – aqueles que não fornecem propriedades nutritivas ao organismo, apenas substâncias nocivas que afetam os níveis de glicose, colesterol e o funcionamento de atividades essenciais, como o das artérias, por exemplo. Está mais do que na hora de cuidar melhor do que vai à boca. Os especialistas dão uma boa orientação sobre o que a gente deve fugir como quem foge do diabo na cruz. Anote!