Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

Professores imunizados

Passado o Carnaval, vem a temporada de aumento dos casos de doenças respiratórias no Brasil devido à maior circulação do vírus da gripe. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza já começa no dia 17 de março, este ano, tem um diferencial: os professores das redes pública e privada de todo o País passam a fazer parte do grupo prioritário, ao lado do público que recebeu a dose gratuitamente no ano passado, como crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, idosos e pessoas com doenças crônicas.

“Em Pernambuco, os lotes da vacina chegam entre o fim deste mês e o começo do próximo. Os professores foram incluídos no grupo prioritário porque estão o tempo todo perto das crianças e são formadores de opinião. Assim, são colaboradores para fortalecer a campanha de vacinação”, explica a coordenadora estadual do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Ana Catarina Melo. Ela ressalta que, apesar de o Brasil passar por uma situação epidemiológica diferente do ano passado, quando houve a epidemia do H1N1, o público-alvo para receber a vacina não deve deixar de ir aos postos de saúde. Inclusive, quem recebeu a vacina contra gripe, durante a última campanha, deve se imunizar novamente este ano, já que os vírus da influenza sazonal evoluem constantemente, o que leva as pessoas a se infectarem várias vezes ao longo da vida.

Este ano, por exemplo, a vacina foi reformulada devido à identificação de uma nova variante do H1N1. “De qualquer forma, Pernambuco ainda não registrou casos de síndrome gripal (SG) nem de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) decorrentes do H1N1 este ano. Foram identificados cinco casos de SG e mais oito de SRAG, mas todos associados ao H3N2, que está presente na composição da vacina porque circula sempre no Brasil”, informa a gerente de Vigilância Epidemiológica das Doenças Imunopreveníveis da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Ana Antunes.

A produtora cultural Marina Alves, 26 anos, já enfrentou os sintomas da gripe este ano. “Tive febre, nariz entupido, garganta inflamada e tosse. O pior é a dor no corpo”, diz Marina, que tem se recuperado dos efeitos causados pela doença.