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Doença só sobe na América Latina

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

MONTEVIDÉU – A América Latina e o Caribe superaram nesta terça-feira (7) os três milhões de casos do novo coronavírus, dos quais mais da metade foram registrados no Brasil, segundo uma contagem da AFP feita com base em números oficiais. 

A região é o atual epicentro da epidemia, com 3 .023. 813 contágios e 139 .999 falecidos. O Brasil, com mais de 210 milhões de habitantes, tem 1.668.589 casos e 66.741 óbitos, situando o país como o segundo mais afetado do mundo depois dos Estados Unidos.

Na Bolívia, O Tribunal Supremo Eleitoral divulgou nesta que destinará US$ 7 milhões para ações de biossegurança nas eleições de 6 de setembro, após críticas do governo por manter a data do pleito em meio ao aumento de casos de coronavírus. 

O presidente do TSE, Salvador Romero, especificou que o órgão contará para biossegurança com cinco milhões de dólares do subsídio estatal aos partidos, que abriram mão desta verba devido à pandemia, e que também solicitará ao Tesouro outros dois milhões dólares. 

O Congresso ainda deve aprovar a proposta do TSE para que “este ano, excepcionalmente, o financiamento público não seja entregue aos partidos” para a campanha, disse Romero.

Em seguida, a medida deve ser promulgada pela presidente interina Jeanine Áñez, que criticou a realização das eleições em meio à pandemia. 

O Ministro do Governo (Interior), Arturo Murillo, declarou que Romero terá “a responsabilidade pelas infecções” no dia das eleições, por agendá-las no meio da escalada do coronavírus.

Inicialmente agendadas para 3 de maio, as eleições foram adiadas devido à pandemia. A votação foi remarcada para 6 de setembro, após um acordo entre as partidos perante o TSE.

Segundo projeções oficiais, a Bolívia deve alcançar um pico de 130.000 infecções em meados de setembro. Atualmente, o país ultrapassa os 40.000 infectados e acumula cerca de 1.500 mortes.

No Paraguai, o ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, pediu à população que continue respeitando os protocolos de prevenção da pandemia, após infecções e mortes dobrarem em um mês.

“Quero motivar as pessoas a continuarem apegadas a todo o êxito nos deram até agora”, disse o secretário de Estado em entrevista coletiva. “Temos que continuar lutando contra esse jogo fora dos hospitais”, acrescentou o ministro, que justificou a prorrogação até o final do mês da fase 3 da flexibilização da quarentena que terminaria nesta quinzena.

O Paraguai reabriu seus restaurantes e parques e a prática de alguns esportes, mas com restrições. 

Apesar do aumento de casos e mortes, o Paraguai é o país com menos mortes na América Latina: 20.