Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

USF mais forte no Nordeste

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

A primeira fase da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), em convênio com o Ministério da Saúde, ainda revelou que sete, em cada dez domicílios pernambucanos (70,6%), eram cadastrados em alguma Unidade de Saúde da Família (USF), o que totaliza 2,3 milhões de lares. O Nordeste como um todo, com 71,2%, registrou a maior proporção de lares inclusos no programa, e todos os Estados da região tiveram números superiores à média nacional, que foi de 60% no ano passado. Na capital pernambucana, no entanto, o cenário é diferente: 55,3% das habitações têm cadastro em alguma USF. Mesmo assim, esse indicador ainda é superior à média das capitais brasileiras, que marca 45,2%. A pesquisa mostrou também que 71,6% dos domicílios pernambucanos receberam pelo menos uma visita de algum agente de endemias (profissional que orienta sobre prevenção e auxilia no combate a doenças endêmicas, como dengue) nos 12 meses anteriores à data da entrevista, número abaixo da média nordestina (72,4%), mas acima dos números nacionais (64,3%). No Recife, há uma diferença de aproximadamente dez pontos percentuais em relação a Pernambuco: 61,7% dos lares foram visitados por algum agente de endemias. A Pesquisa Nacional de Saúde também investigou as condições de saneamento básico no Estado. Segundo o levantamento, 2,9 milhões de domicílios pernambucanos (90,2%) são abastecidos com água canalizada em pelo menos um cômodo, contra 96,2% na média brasileira e 91,1% no Nordeste. O Estado está, em termos percentuais, à frente de seis unidades da federação do Norte e Nordeste: Maranhão, Paraíba, Pará, Piauí, Acre e Amazonas.