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CoronaVac no centro de novas brigas políticas

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco.

Anvisa suspendeu testes com a vacina após um “efeito adverso grave” envolvendo um voluntário. Instituto Butantan rebateu informação da agência

A CoronaVac, vacina produzida pela empresa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, segue gerando controvérsias e disputas políticas. Na noite da última segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a suspensão dos testes clínicos com o imunizante, após um “evento adverso grave” envolvendo um voluntário. Contudo, segundo o Instituto Médico Legal, a natureza da morte do participante foi “suicídio consumado”, desencadeando nova batalha política entre o governador de São Paulo, João Dória, defensor da CoronaVac, e seu principal rival político, o presidente Jair Bolsonaro.

O Instituto Butantan garantiu que o voluntário teria recebido a dose no dia 29 de outubro, 25 dias antes de o evento adverso acontecer, mas a Anvisa manteve a suspensão dos experimentos.

Em mais um capítulo polêmico, Jair Bolsonaro disse, em suas redes sociais, que “ganhou” do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).  Em pronunciamento, o presidente afirmou que o Brasil deve deixar “de ser um país de maricas” ao falar sobre como se deve enfrentar a pandemia da Covid-19.

Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu o prazo de 48 horas para que a Anvisa preste informações sobre o andamento dos testes e aprovação da vacina CoronaVac. O magistrado atendeu a um pedido da Rede Sustentabilidade. (Com agências)