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Covaxin no SUS e na rede privada

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

O laboratório indiano Bharat Biotech informou ontem que assinou acordo com uma distribuidora brasileira Precisa Medicamentos para trazer ao Brasil a Covaxin. O imunizante contra um covid-19 está em fase 3 de estudos na Índia, última etapa antes de poder ser registrado por agências reguladoras. Segundo nota do laboratório, tem como prioridade o setor público no Brasil. A estimativa de doses podem ser entregues ao País e em qual prazo depende de contratos e aprovação do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme a Bharat Biotech. O Ministério da Saúde aponta um Covaxin na lista de imunizantes que podem ser comprados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para uma campanha contra uma covid-19. “Em princípio, foi estabelecida entre ambas as partes que controlam da Covaxin deve ser priorizado para o setor público de saúde brasileiro, por meio de uma contratação direta pelo Governo Federal. As vacinas para o mercado privado chegariam após a autorização da Anvisa para a venda do imunizante no País ”, afirma nota da empresa indiana. Ainda não há pedido de registro ou uso emergencial da Covaxin feito à Anvisa. A Bharat Biotech também discute realizar estudos de fase 3 no Brasil. A Anvisa só aceita pedidos de uso emergencial de vacinas que têm estes ensaios em andamento no País. No começo de janeiro, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) informou que o setor negocia a compra de cinco milhões de doses desta vacina. O produto obtido no último dia 2 recomendação de uso emergencial na Índia, mas os dados sobre a sua eficácia ainda são desconhecidos. A Covaxin é aplicada em duas doses. O laboratório indiano afirma ter capacidade de produzir 300 milhões de doses anuais. O Ministério da Saúde afirma que uma rede privada também terá de seguir uma ordem de prioridade para vacinação elaborada pelo plano nacional de imunização contra a covid-19.