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Butantan garante mais 8,7 mi de doses

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As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

O Instituto Butantan recebeu na manhã de ontem mais 5,6 mil litros de insumos para a produção de 8,7 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. A carga chegou ao Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, às 7h26. O voo vindo de Pequim, na China, fez escala no Aeroporto de Lisboa, em Portugal. Cerca de 20 minutos após o avião pousar, a carga começou a ser descarregada. Após a liberação pela alfândega, as doses serão envasadas, embaladas e rotuladas para distribuição na sede do Butantan a partir do dia 23 de fevereiro. Com a chegada do novo lote de insumos, o instituto totaliza 27 milhões de doses da vacina. Esse é o segundo lote de insumos que o Butantan recebe neste ano. O primeiro chegou em 3 de fevereiro pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. A previsão do instituto é receber, até abril, o total de insumos necessários para produção das 46 milhões de doses contratadas. Desse total, seis milhões foram importadas prontas da China. Após reunir-se com o presidente Jair Bolsonaro, na manhã de ontem, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, afirmou que pediu ao chefe do Executivo que vete trecho da medida provisória aprovada pelo Congresso que prevê prazo de cinco dias, e em novas condições, para aprovação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. “Eu quero crer que o presidente entendeu a importância de vetar esse trecho”, disse Barra Torres à CNN Brasil. “Esperamos que ele vete, e que esse veto não seja derrubado”, indicou. Barra Torres disse que não descarta acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) ou “todas as instâncias existentes”, caso a medida seja mantida. “A população corre risco sanitário grave. Simples assim. O fato de estar aprovado em outro país não autoriza necessariamente o uso no Brasil sem riscos” declarou o presidente da Anvisa. ENTRAVES Desde o início da vacinação contra a covid-19 no país, em 17 de janeiro, já foram registradas ao menos 2.982 denúncias de