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Lentidão no Oriente Médio

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, nesta segunda-feira (15), que somente 1% da população da região do Oriente Médio recebeu a primeira vacina contra o coronavírus. O órgão da ONU forneceu seus dados sobre o que denomina Região do Mediterrâneo Oriental (EMRO), com quase 600 milhões de habitantes, que compreende do Marrocos até o Paquistão, excluindo Israel. “Até o momento, foram administradas mais de 6,3 milhões de vacinas contra a covid-19 em pessoas de 12 países”, disse à imprensa Ahmed al-Mandhari, chefe regional da OMS, com sede no Cairo. A Região do Mediterrâneo Oriental (EMRO) da OMS compreende 21 Estados, com uma população de cerca de 583 milhões de habitantes. No entanto, apesar de incluir os Territórios Palestinos, não inclui Israel, o país na região com a maior campanha de vacinação em massa. Israel informou que 3,8 milhões de pessoas receberam sua primeira dose e 2,4 milhões a segunda. Al-Mandhari não mencionou quais são os 12 países onde muitas pessoas já foram vacinadas. No entanto, afirmou que as vacinas distribuídas pelo programa Covax chegarão à Tunísia e aos Territórios Palestinos nas próximas semanas. A Tunísia espera uma primeira entrega de 37 mil doses, enquanto outras 94 mil serão enviadas para a Cisjordânia ocupada e para a Faixa de Gaza, informou, sem especificar as marcas das vacinas. O restante dos países desta região da OMS receberão “entre 46 e 56 milhões de doses aproximadamente da vacina AstraZeneca/Oxford (…) durante o primeiro semestre deste ano”, afirmou Al-Mandhari. Desde o início da pandemia, houve mais de seis milhões de casos constatados de coronavírus na região EMRO, com 140 mil mortes, informou o responsável. Além disso, treze países da região estão afetados por outras variantes do coronavírus, acrescentou.