Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

Estudo vai expor jovens à covid-19

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Um estudo clínico inédito que pretende injetar uma pequena dose de coronavírus em 90 voluntários começará nas próximas semanas no Reino Unido, anunciou o governo, ontem, depois que o projeto foi aprovado pela comissão de ética. O ensaio tentará avaliar a menor quantidade de vírus necessária para causar uma infecção, com o objetivo de desenvolver vacinas e tratamentos para a doença. A pesquisa, sem precedentes no mundo, consistirá em injetar uma dose baixa de covid-19 em até 90 voluntários saudáveis de entre 18 e 30 anos em um ambiente seguro, explicou o governo em um comunicado. “Apesar do progresso muito positivo no desenvolvimento de vacinas, queremos encontrar as melhores vacinas e as vacinas mais eficazes para um uso a longo prazo”, disse o ministro de Empresa, Kwasi Kwarteng. O estudo “ajudará a acelerar o conhecimento dos cientistas sobre como o coronavírus afeta as pessoas e poderia favorecer o desenvolvimento rápido de vacinas”, acrescentou. O Reino Unido, um dos países mais afetados da Europa pelo coronavírus com mais de 118.000 mortes, foi a primeira nação ocidental a lançar uma campanha de vacinação em massa contra a covid-19 em dezembro. Mais de 15 milhões de pessoas, incluindo os maiores de 70 anos e os profissionais de saúde, receberam uma primeira dose da vacina. O estudo, financiado pelo governo com um valor de 33,6 milhões de libras (46,5 milhõe de dolares), é realizado em associação com o Royal Free Hospital de Londres. Assim que concluída a fase inicial do estudo, as vacinas validadas por ensaios clínicos poderiam ser administradas em um pequeno número de voluntários que depois estariam expostos ao vírus covid-19, para identificar as vacinas mais eficazes. “Nosso objetivo final é averiguar quais vacunas e tratamentos funcionam melhor para combater esta doença, mas precisamos de voluntários para nos apoiar neste trabalho”, disse o pesquisador-chefe Chris Chiu do Imperial College de Londres.