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Prefeitos formam consórcio para comprar vacinas

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Iniciativa foi confirmada após decisão do STF, que libera entes federativos a adquirir imunizantes quando a oferta do governo federal não for suficiente

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar, por maioria, a compra de vacinas contra a Covid-19 pelos estados e municípios, na última terça-feira (23) a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) anunciou a criação de um consórcio para organizar as aquisições, de forma a complementar a oferta do Programa Nacional de Imunização (PNI), caso ela seja insuficiente para atender à demanda.

O objetivo, segundo a frente, é buscar alternativas que não estão sendo adquiridas pelo governo federal. Pelas redes sociais, a FNP declarou: “Diante da decisão do STF, vamos liderar a constituição de um consórcio público com finalidade específica para aquisição de vacinas contra a Covid-19”. Os detalhes de como funcionará esta articulação serão anunciados nos próximos dias.

A compra de vacinas por estados e municípios foi autorizada pelo STF apenas em caso de descumprimento do Programa Nacional de Vacinação (PNI) pelo governo federal ou de insuficiência de doses previstas para imunizar a população. Na última semana, algumas cidades interromperam a vacinação pela falta de imunizantes disponíveis.

A movimentação descentralizada, no entanto, não é aprovada pelo governo federal.

Segundo o presidente da FNP, Jonas Donizette, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello pediu que as aproximações feitas pelos entes sejam repassadas ao ministério, garantindo que a pasta vai comprar as doses. “Como presidente da frente, eu apoio essa decisão, por achar que essa é uma obrigação do governo federal. Muitas vezes o município quer fazer a compra, mas temos um programa nacional”, disse Donizette, na ocasião.

O anúncio do consórcio ocorre ao passo em que a vacina da Pfizer/BioNTech obteve o registro definitivo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar de ser o primeiro imunizante contra a Covid-19 com registro no Brasil, ele não está disponível no país e o Ministério da Saúde não chegou a um acordo com a empresa para adquiri-lo.

JOHNSON & JOHNSON

A vacina contra a Covid-19 da Johnson & Johnson, administrada em apenas uma dose, é eficaz contra os quadros severos da doença, afirmou ontem a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos.