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EUA planejam vacinar crianças em 2022

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

As crianças norte-americanas menores de 12 anos provavelmente serão vacinadas no início de 2022, afirmou ontem o imunologista Anthony Fauci, assessor da Casa Branca. Atualmente, nenhuma das três vacinas autorizadas nos Estados Unidos (Pfizer/BioNTech, Moderna, Johnson & Johnson) está disponível para menores de 16 anos. Mas Fauci declarou ao canal NBC que algumas empresas já iniciaram estudos para reduzir gradualmente esta idade. “Não queremos passar de 12 anos a seis meses de uma só vez, se começa por passar de 12 anos, depois de 9 anos a 6, de seis a dois anos”, explicou. Com o avanço dos estudos, o imunologista – amplamente respeitado nos Estados Unidos – acredita que os menores de 12 anos serão vacinados, no prazo mais rápido, no final do ano. “E muito provavelmente, no primeiro trimestre de 2022”, afirmou. A vacinação infantil é um tema chave nos Estados Unidos, já que aliviaria a carga de milhões de pais cujos filhos permanecem no ensino a distância. As situações variam muito segundo a região e a natureza das escolas (públicas, privadas, religiosas). Atualmente existe uma luta de poder entre as autoridades e os professores pela reabertura das instituições. Os estudantes do Ensino Médio devem ser vacinados no “outono” (hemisfério norte, primavera no Brasil, disse Fauci. Um painel consultivo dos EUA endossou a nova vacina contra a covid-19 de dose única da Johnson & Johnson como uma terceira opção para reforçar o esforço nacional contra a pandemia de coronavírus. Os conselheiros do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) votaram esmagadoramente pela recomendação da vacina para adultos com 18 anos ou mais. A decisão ocorreu após a liberação de emergência da vacina pelos reguladores dos EUA um dia antes. Os membros do grupo enfatizaram que todas as três vacinas agora disponíveis nos EUA são altamente protetoras contra os piores efeitos do vírus, incluindo hospitalização e morte. A J&J planeja enviar milhões de doses de vacinas aos estados na próxima semana, entregando um total de 20 milhões de vacinas até o final de março. As autoridades de saúde estão ansiosas para ter uma vacina mais fácil de usar contra a covid-19, que matou mais de 511.000 americanos e continua a sofrer mutações de formas preocupantes. As recomendações do CDC não são obrigatórias para os governos estaduais ou médicos, mas são amplamente atendidas pela comunidade médica. O mesmo painel do CDC recomendou anteriormente o uso das duas vacinas da Pfizer e Moderna autorizadas em dezembro. A Agência Europeia de Medicamentos pode aprovar a vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson no início de março e a UE pode começar a distribuí-la no final do mesmo mês, disse ontem a ministra da Indústria francesa, Agnès Pannier-Runacher. As primeiras doses devem “chegar no final de março ou início de abril”, acrescentou, embora os prazos ainda estejam sendo discutidos com o laboratório. “É uma boa notícia porque essa vacina só precisa de uma dose, mas é possível que exija injeções de reforço, ainda não sabemos”, disse.