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Vacinas contra a Covid e oxigênio medicinal só poderão ser exportados com autorização da Anvisa

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

A decisão, tomada em reunião da diretoria colegiada nesta quarta-feira (3), inclui a exportação de matéria-prima, produto semi-elaborado ou que já esteja pronto

A Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) colocou o oxigênio medicinal e vacinas contra a Covid-19 entre os produtos que precisam de sua autorização para serem exportados no país.

A decisão, tomada em reunião da diretoria colegiada nesta quarta-feira (3), inclui a exportação de matéria-prima, produto semi-elaborado ou que já esteja pronto.

A medida adotada é temporária e envolve as ações de proteção da saúde pública estabelecidas pela agência no enfretamento da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o diretor da Anvisa Rômison Rodrigues Mota, a decisão foi tomada por conta da dificuldade de se obter vacinas no mundo.

“A medida ocorre por dois motivos: o desabastecimento de oxigênio em diferentes partes do país, como divulgado em Manaus, e a corrida mundial pela vacinação, tendo em vista que a capacidade fabril das indústrias encontra-se abaixo do necessário para garantir o fornecimento para toda a população.”

A decisão pode atrapalhar o planejamento de laboratórios que pretendem exportar vacina no Brasil, como o Instituto Butantan e a União Química.

Países do Cone Sul têm avançado em negociações para adquirir a vacina Coronavac por meio do Butantan. Outros o fazem por via direta com o laboratório chinês Sinovac, como o Chile, que recebeu os primeiros 2 milhões de doses na última quinta-feira (28).