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Em um dia, Samu tem 44 chamados

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Recife percebeu uma nova alta no número de chamados para casos com sintomas similares ao da covid-19 nos últimos dias. No início do ano, a média móvel diária de chamados para Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) era de 16. Agora, está em 29. E, somente na última terça-feira, 44 ambulâncias foram enviadas para atendimento de pessoas com problemas respiratórios. O aumento representa um alerta, já que o Samu representa um termômetro que indica o possível aumento dos casos da covid-19 na capital pernambucana. “Quando as ocorrências começam a aumentar, o Samu é o que primeiro sinaliza para o sistema de saúde que as coisas estão começando a aquecer novamente”, explicou o coordenador geral do Samu Recife, Leonardo Gomes. O número de atendimentos da terça-feira fez com que o serviço de saúde reativasse o plano de enfrentamento à covid-19. Agora atua nos mesmos moldes do início da pandemia, com reforço de todas as ambulâncias disponíveis. BAIRROS Segundo o Samu, o bairro com maior número de atendimentos de casos suspeitos da covid-19 é o Ibura, seguido da Imbiribeira e Boa Viagem, todos na Zona Sul do Recife. Casa Amarela, na Zona Norte, e Areias, na Zona Oeste, aparecem na sequência. Leonardo Gomes alertou para o relaxamento da população em relação às medidas de proteção. “A falta de cuidado reflete em um problema para uma outra pessoa. Então, quem negligencia o cuidado, pode não estar só se prejudicando. Pode prejudicar um parente, um idoso, um vizinho, uma pessoa que usa o mesmo elevador da casa dele. As pessoas precisam se conscientizar, porque vai chegar o momento de faltar ambulância ou até mesmo um leito para a pessoa ser atendida. Isso é muito sério, porque é o colapso total do sistema de saúde”, concluiu.