Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

OMS critica Europa por vacinação lenta

9
Array
(
    [0] => WP_Term Object
        (
            [term_id] => 9
            [name] => Clipping
            [slug] => clipping
            [term_group] => 0
            [term_taxonomy_id] => 9
            [taxonomy] => category
            [description] => 
            [parent] => 0
            [count] => 77136
            [filter] => raw
            [cat_ID] => 9
            [category_count] => 77136
            [category_description] => 
            [cat_name] => Clipping
            [category_nicename] => clipping
            [category_parent] => 0
        )

)
					Array
(
    [0] => clipping
)
tem				

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou, ontem, a lentidão “inaceitável” da vacinação na Europa, em um momento em que a pandemia de covid-19 se agrava na América Latina, especialmente no Brasil, que registrou em março seu mês mais letal. “Atualmente a situação regional é a mais preocupante em vários meses”, declarou o diretor da divisão Europa da OMS, Hans Kluge. Dos mais de 2,8 milhões de mortos registrados no mundo desde dezembro de 2019, a região da Europa soma o maior número, com cerca de 958.000 óbitos, seguida por América Latina e Caribe (mais de 785.000) e Estados Unidos e Canadá (mais de 575.000). Na zona Europa – com 50 países, incluindo Rússia e vários Estados da Ásia Central -, mais de 24.000 mortes foram contabilizadas na semana passada e estão “rapidamente” se aproximando de um milhão no total, segundo a organização. “Precisamos agilizar o processo, aumentando a produção, reduzindo os obstáculos à [sua] administração e aproveitando todas as doses” armazenadas, acrescentou Kluge. Mas, os países membros da UE disputaram acirradamente a distribuição de 10 milhões de doses adicionais do medicamento Pfizer- -BioNTech. Os dois laboratórios também confirmaram que o medicamento é muito eficaz contra a chamada variante sul-africana do coronavírus e também entre os mais jovens. A vacina russa Sputnik V, por sua vez, não receberá autorização da UE “antes do final de junho”, alertou o secretário de Estado francês para a Europa, Clement Beaune. A Europa abriga 12% da população mundial e já administrou mais de 152 milhões de doses de vacinas anticovid, ou seja, um quarto de todas as injetadas no mundo. Nos próximos “8 a 14 dias”, a Alemanha vai fortalecer os controles em suas fronteiras terrestres, enquanto a Itália decidiu estender suas medidas até 30 de abril. Na Áustria, a região de Viena ficará confinada na Páscoa. Na França, onde a situação está se deteriorando há várias semanas e se aproxima de 100.000 mortes, as escolas ficarão fechadas por pelo menos três semanas. As restrições serão estendidas a todo território. O consumo de álcool em espaços públicos será proibido nas próximas semanas, e o acesso a locais propícios a reuniões ao ar livre também será limitado, anunciou o primeiro-ministro francês, Jean Castex. A província de Ontário, motor econômico do Canadá, prepara-se para anunciar um reconfinamento de 28 dias para interromper uma nova onda de infecções, depois que Québec anunciou o fechamento de escolas e negócios não essenciais. Embora no vizinho Estados Unidos a situação melhore à medida que a vacinação avança, o presidente Joe Biden pediu que as medidas continuem a ser respeitadas, como o uso de máscaras, e que os clubes esportivos não abram todas as cadeiras de seus estádios. “Temos que chegar a um ponto em que um número suficiente de pessoas tenha sido vacinado para diminuir a possibilidade de (o vírus) se espalhar”, frisou.