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Russos garantem eficácia da Sputnik

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As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

O Instituto Gamaleya, responsável pelo desenvolvimento da vacina russa SputnikV, respondeu ao tuíte do presidente argentino Alberto Fernández, no qual ele anunciou ter testado positivo para covid-19, reforçando sobre a eficácia da vacina. Fernández havia tomado as duas doses da Sputnik, em janeiro e em fevereiro. “Estamos tristes de ouvir isto (o anúncio da infecção do presidente argentino). A SputnikV é 91,6% efetiva contra a infecção e 100% eficaz contra casos raros. Se a infecção de fato é confirmada e ocorre, a vacinação garante rápida recuperação sem sintomas severos. Desejamos a você (Fernández) uma rápida recuperação”, afirmou o Instituto na postagem pelo Twitter. Alberto Fernández afirmou que se não tivesse tomado as duas doses da vacina Sputnik V, do laboratório russo Gamaleya, estaria passando maus momentos após contrair a covid-19. “Não tenho a menor ideia de como me contagiei. Sou alguém que se cuida muito. Se não fosse pela vacina, estaria passando muito mal”, disse em sua primeira declaração pública à rádio 750, após informar o resultado positivo. “Confirma-se o diagnóstico de infecção pela covid-19 ao receber o PCR (análise molecular) positivo, deixando claro que o quadro clínico é leve em grande parte devido ao efeito protetor da vacina recebida”, destacou a Unidade Médica Presidencial em uma declaração oficial. O presidente, que completou 62 anos na sextafeira, tomou a primeira dose do imunizante em 21 de janeiro e a segunda em 11 de fevereiro. No total, a Argentina recebeu até agora 6,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, das quais 3,9 milhões são da Sputnik V. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa o pedido de nove estados para importação da vacina Sputnik V. As solicitações foram feitas pelo Acre, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Sergipe. Em entrevista à CNN que foi ao ar nesta manhã o médico Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa, afirmou que em 35 países a Sputnik ainda não teve aprovação de agências sanitárias. Procurado pela reportagem, o instituto não confirmou essa informação, mas reforçou que a Sputnik está aprovada para uso em 59 países e que é a segunda no mundo em número de aprovações por órgãos reguladores governamentais.