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América Latina segue em alerta

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Na América Latina, onde a situação é alarmante, com mais de 25 milhões de casos registrados, vários países também aumentaram as restrições. O Chile, onde quase 90% da população está confinada novamente durante quase uma semana, manterá fechadas suas fronteiras durante todo o mês de abril. A Bolívia fez o mesmo em suas fronteiras com o Brasil durante pelo menos uma semana. O Peru registrou no sábado 294 mortes por covid-19, seu maior número diário durante a pandemia. Na quinta-feira, o país começou sua quarentena nacional obrigatória de quatro dias, coincidindo com a Semana Santa. No Brasil, onde o vírus parece fora de controle, com mais de 330.000 mortos e quase 13 milhões de contagiados, a cidade do Rio de Janeiro anunciou que vai ampliar algumas restrições. A pandemia matou pelo menos 2.847.182 pessoas no mundo desde o fim de dezembro de 2019, segundo contagem da AFP neste domingo. Quase com o mesmo balanço de casos do Brasil, a Índia registrou neste domingo 93.249 novas infecções, o maior aumento desde setembro, o que eleva o número de contagiados a quase 12,5 milhões. Após homenagear médicos e enfermeiros na linha de frente do combate à pandemia, o papa Francisco lembrou que “as vacinas são uma ferramenta essencial” na luta contra o vírus. Os Estados Unidos, o país mais afetado tanto em número de mortos quanto de contágios, superaram na sexta-feira a marca de 100 milhões de pessoas que tomaram pelo menos uma dose da vacina. Mas a imunização continua sujeita a dúvidas, como nos casos de tromboses e coágulos, alguns fatais, relacionados com a vacina da AstraZeneca. A Agência Britânica de Medicamentos (MHRA) disse neste sábado que sete pessoas que tomaram a vacina do laboratório anglo-sueco tinham morrido por causa de coágulos no Reino Unido, de um total de 30 casos identificados. Mas estas cifras devem ser comparadas com o total de mais de 18 milhões de doses aplicadas. Outra vacina, a russa Sputnik V, promovida pelo Kremlin, teve a imagem arranhada após o anúncio na noite de sexta-feira de que o presidente argentino, Alberto Fernández, testou positivo, apesar de ter recebido duas doses desta vacina em janeiro e fevereiro.