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Risco de atraso em insumos da CoronaVac

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Pesquisadores do Instituto Butantan acenderam um sinal de alerta para a possibilidade da falta de insumos da produção da CoronaVac, responsável pela imunização de nove em cada dez brasileiros. Segundo a Coluna apurou, a escassez pode impossibilitar a fabricação de 5 milhões de doses, metade do previsto para este mês. O lote era esperado para sexta-feira (9), mas a entrega foi adiada. Se o IFA da vacina não chegar até a próxima semana, há uma perspectiva muito realista de os municípios ficarem mais de 15 dias sem receber doses da CoronaVac.

Confiem em mim

Apesar do atraso, a embaixada chinesa disse ao governo de São Paulo e ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que o IFA será enviado e o cronograma, mantido como está. Se a promessa for mesmo cumprida, o Butantan encerrará o primeiro contrato com o ministério, de 46 milhões de doses.

Além de abril, o Butantan tem enorme preocupação com maio também. A China adotou uma política mais agressiva de vacinação de sua população e a exportação deixou de ser prioridade dos chineses.

A Sinovac certificou uma segunda fábrica com a agência chinesa. Como demora para a planta atingir o potencial de produção, a expectativa do Butantan é de que em junho tudo esteja normalizado e, consequentemente, as entregas para o Brasil.