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Samu atinge 10 mil socorros

As matérias veiculadas pelo jornal citado como “fonte” não representam a opinião do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). O clipping tem por objetivo atualizar os leitores das principais notícias referentes à saúde veiculadas no país e, principalmente, no estado de Pernambuco

Entre fevereiro de 2020 e abril de 2021, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) recebeu cerca de 89 mil chamados que resultaram em quase 48 mil envios de ambulâncias para ocorrências gerais na capital pernambucana. Deste total, mais de 17 mil foram chamados para atender causas respiratórias (pessoas com sintomas de covid-19), resultando em assistência a 10.026 moradores do Recife em quase 15 meses de pandemia do novo coronavírus. A marca foi alcançada ontem, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A pasta explica também que, em 2020, maio foi o mês com o maior número de envios de ambulâncias, tanto para atendimentos gerais quanto respiratórios. Já em 2021, o maior volume foi em março, cuja maior média móvel foi de 60,9. Atualmente, a média móvel das ocorrências respiratórias está em 52; já as gerais é de 27,3. No último domingo (19), o Samu Metropolitano do Recife registrou 50 chamados por causas respiratórias, que resultaram em 38 acionamentos de ambulâncias para prestar socorro a pacientes com suspeita de covid-19. Apesar de, no fim de março, o Samu Recife ter observado os primeiros indícios de estabilização nos chamados, a permanência de alta nos casos continua a deixar as equipes em alerta. Ainda é expressivo o número de pessoas que precisam ser socorridas. “A demanda ainda é muito grande. Cerca de 60% das saídas de ambulâncias são para atendimento das pessoas em domicílio; o restante é para fazer transferência de pacientes entre serviços de saúde”, diz o médico Leonardo Gomes, coordenador-geral do Samu Metropolitano do Recife. Atualmente o Samu conta com 30 ambulâncias circulando na capital pernambucana: 24 delas funcionam com estrutura para oferecer suporte básico aos pacientes e outras 6 dão assistência mais especializada — são as chamadas unidades de terapia intensiva (UTIs) móveis. “Antes do novo coronavírus, tínhamos 21 ambulâncias. No início da pandemia, esse número subiu para 26. Agora são 30, pois precisamos dar conta das suspeitas de covid-19 e dos chamados gerais”, conclui Leonardo.