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Programa de Imunização armazena 26 substâncias imunobiológicas

A secretária de Saúde do Recife, Luciana Albuquerque, celebrou a inauguração do novo equipamento e fez questão de lembrar aos recifenses que a campanha de vacinação contra a gripe segue ativa, em paralelo aos esforços para conter a Covid-19. “Inaugurar esse espaço da nova sede do Programa Municipal de Imunizações do Recife é um sonho realizado para nós. Entre as vacinas que a gente armazena, temos as do calendário de rotina, como a vacina da gripe, e também as vacinas da Covid-19. É muito importante dizer que quem está no grupo prioritário da vacinação da gripe e da Covid-19, podem procurar nossos postos de vacinação para tomar os imunizantes”, destacou a secretária.  

Atualmente, o PMI guarda 26 substâncias imunobiológicas. Na lista, estão as vacinas do calendário, como a BCG, que protege contra tuberculose; tríplice viral, que garante proteção contra sarampo, caxumba e rubéola; VIP e VOP, contra a poliomielite e HPV, que previne câncer do colo do útero; entre outras. Lá também são armazenados soros e imunoglobulinas antitetânicos e antirrábicos. Em época de campanhas de vacinação, como a de gripe, que está acontecendo desde o dia 12 de abril, o PMI chega a receber mais de 600 mil doses de vacina, mais que o dobro do recebido quando não há campanha.

Também presente na inauguração da sede do Programa Municipal de Imunizações, a coordenadora municipal de Imunização, Elizabeth Azoubel, relembrou que desde a criação do Programa Nacional de Imunizações, em 1973, foram eliminadas ou são mantidas sob controle as doenças preveníveis por meio da vacinação. “Eram só quatro vacinas. Hoje em dia, entre vacinas e soros, nós temos mais de 26. Dentre elas, as contra poliomielite, caxumba, rubéola, sarampo e tétano. Todas as vacinas que causam doenças que são imunopreveníveis a gente tem aqui no programa”, comemorou.

“Aqui, a gente vai garantir uma melhor qualidade às vacinas que vão sair dessa central, com a certeza de que não vai ter variação de temperatura que possa comprometer as vacinas ou alterar as potências delas. Apesar dos pais terem descuidado um pouco da vacinação, é importante manter as crianças vacinadas e com altas coberturas para a gente evitar que algumas doenças como a poliomielite, e até mesmo o sarampo, voltem e tenham aquelas epidemias que a gente via há muitos anos”, finalizou Azoubel.