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Dose de reforço para os idosos

Após iniciar a aplicação da dose de reforço da vacina contra covid-19 em idosos que vivem em instituições de longa permanência (ILP), o Recife começa a imunizar com a terceira dose, a partir hoje, as pessoas com 70 anos ou mais que completaram o esquema vacinal há, pelo menos, seis meses. O anúncio foi feito pelo prefeito João Campos, e o agendamento já foi disponibilizado a partir da noite de ontem. “A gente segue avançando na vacinação aqui no Recife, e agora estamos abrindo um novo grupo para vacinação, com a dose de reforço”, informou João Campos. “A gente segue avançando, alcançando marcas importantes na vacinação no Recife e garantindo a saúde de todos e todas. Vamos lembrar que todos os cuidados permanecem para a gente poder vencer logo a pandemia”, reforçou o prefeito. Ao todo, 15.636 pessoas fazem parte do grupo a partir dos 70 anos contemplado com a terceira dose no Recife. O público apto a receber essa aplicação de reforço deverá realizar o agendamento por meio do site ou aplicativo do Conecta Recife, assim como as doses anteriores, e levar no dia escolhido o documento de identificação, além de um comprovante de que já completou o ciclo vacinal, a fim de agilizar o atendimento. Será válido tanto o cartão de vacinação como o Certificado Digital de Vacinação, disponível no Conecta Recife. Conforme orientação do Ministério da Saúde, a dose de reforço será feita preferencialmente com o imunizante da Pfizer, independentemente da vacina aplicada na primeira e segunda doses. Estudos, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), comprovam que a resposta imunológica contra a covid-19 não é comprometida pela intercambialidade dos imunizantes.

PACTUAÇÃO

 Nesta segunda-feira (13), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) promove reunião com os municípios pernambucanos para discutir e pactuar a dose de reforço para idosos a partir de 70 anos e imunossuprimidos. “Sabemos que inicialmente dois grandes grupos serão imunizados a partir do dia 15 de setembro: pacientes que apresentam alguma imunodeficiência (transplantados, oncológicos, pessoas que vivem com HIV ou que realizam hemodiálise e outras situações clínicas) e os idosos acima de 70 anos. Estudos apontam que esses grupos precisam de três doses para serem considerados imunizados”, ressalta o médico Eduardo Jorge da Fonseca Lima.