Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

Segunda aplicação antecipada

Apesar da dificuldade em se encontrar vacinas de AstraZeneca em todo o País, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, ontem, que o intervalo entre doses do imunizante será diminuído de 12 para 8 semanas a partir desta quarta-feira.

A redução do intervalo da Pfizer a partir de setembro já havia sido anunciada por Queiroga no mês passado. Já a Coronavac tem intervalo menor, de 28 dias, e a da Janssen é de dose única.

Apesar das mudanças nos intervalos, os critérios adotados ainda diferem das recomendações das fabricantes. A Pfizer recomenda intervalo de 21 dias entre as doses e a AstraZeneca, de 12 semanas, como acontece hoje.

PFIZER

A falta de vacinas da AstraZeneca está levando o município do Rio de Janeiro a aplicar a segunda dose com imunizante da Pfizer. A “vacinação heteróloga”, como são chamados os casos em que a mesma pessoa recebe as doses produzidas por laboratórios diferentes, também poderá acontecer em outros municípios do Estado.

Segundo a Secretaria de Saúde do Rio, a vacinação heteróloga já vinha acontecendo em algumas gestantes que tomaram a primeira dose (D1) de AstraZeneca, pessoas que apresentaram reações adversas graves àquele imunizante e em casos de desabastecimento de alguma das vacinas.

O governo de São Paulo começou a disponibilizar a vacina da Pfizer, ontem, às pessoas que estão com a segunda dose da vacina da AstraZeneca em atraso. Outros Estados, como o Mato Grosso do Sul, também enfrentam desabastecimento do imunizante e pretendem adotar medida semelhante.