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O desafio de um transplante duplo

Aos 23 anos, Andressa Oliveira, trabalhadora da área de construção, descobriu o Lúpus, uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos. Há seis anos, em decorrência do agravamento do quadro, passou por um transplante duplo de coração e rim, durante uma mesma cirurgia, no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), no Recife. A operação realizada em 2015, foi a primeira de Pernambuco. Atualmente, aos 33 anos, ela leva uma vida normal. “Há muitas pessoas que têm medo do assunto. Eu fui uma delas. Mas hoje, depois do que vivi, sei que não é esse ‘bicho todo’ como se imagina. Hoje, eu também seria uma doadora de órgãos. O processo todo é difícil. No meu caso, a hemodiálise, foi muito complicada. E hoje em dia poder ter uma vida normal é uma gratidão muito grande”.