Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Cesariana programada "não protege" da depressão

Publicado em: 01/03/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Cesarianas programadas não protegem mulheres de depressão pós-parto, segundo estudo publicado no British Medical Journey.
    
Estudos anteriores menores deram resultados conflitantes, mas alguns sugeriam que partos traumáticos poderiam aumentar o risco de depressão pós-parto.
    
O novo estudo publicado no British Medical Journey envolveu 14 mil mulheres e tem provas conclusivas de que esse não é o caso.
    
Isso ajuda mulheres e médicos, segundo especialistas britânicos. Até 15% das mulheres têm depressão pós-parto, percentual semelhante para depressão na população em geral.
    
Estresse
    
O parto é reconhecido como um grande evento na vida de uma mulher e pode ser estressante.
    
Complicações durante o parto que tornam necessária uma cesariana de emergência ou o uso de instrumentos como fórceps podem tornar tudo mais estressante, dizem alguns estudos.
     
Mas a professora Deidre Murphy, da Universidade de Dundee, e que trabalhou com colegas da Universidade de Bath na pesquisa, não encontrou evidências de aumento do risco de depressão de acordo com o tipo de parto.
    
A equipe de cientistas pesquisou as mulheres oito semanas depois de terem dado à luz e avaliaram se elas tinham sinais de depressão pós-parto.
    
“O que a pesquisa nos diz é que se uma mulher está com alto risco de ter depressão pós-parto, oferecer a ela uma cesariana eletiva não é algo sensato estritamente para evitar depressão”, disse Murphy.
     
“Mesmo se for necessária uma cesariana de emergência ou um parto assistido, as mulheres podem ter certeza de que não há razão para que elas acreditem ser mais provável que elas vão ter depressão pós-parto.”
    
Segundo ela, o mais importante é assegurar que mães recentes recebam todo o apoio que precisam e que profissionais de saúde estejam alertas para o caso de mulheres que estejam correndo maior risco, como as que já tiveram depressão pós-parto anteriormente.
    
Tendência
     
A professora disse que um número cada vez maior de mulheres é submetido à cesariana, em parte porque as mulheres estão mais gordas e seus bebês, maiores.
    
“Bebês grandes ficam “trancados” e mulheres gordas não fazem bem o trabalho de parto”, disse.
    
No ano passado, o National Institute for Clinical Excellence, da Grã-Bretanha, divulgou as regras a serem seguidas no país e aconselhou os médicos a desestimular as mulheres a fazerem cesariana quando não precisarem.
    
Um porta-voz do Departamento de Saúde da Grã-Bretanha disse que o percentual de partos por cesariana no país estava em torno de 22% em 2003. Mais da metade dos casos eram cirurgias de emergência.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações da BBC Brasil.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Entidades médicas se mobilizam pela permanência de Humberto...

As entidades médicas de Pernambuco – SIMEPE, Cremepe, Sociedade de Medicina –...

Leia Mais

Estação de refrigeração será instalada no HR

Medida será adotada para minimizar o calor na unidade, que está sem...

Leia Mais

Cremepe viaja em Caravana no próximo dia 28

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco vai dar início, no dia...

Leia Mais

Tratado internacional contra o tabagismo já está em...

O primeiro tratado internacional destinado a reduzir o tabagismo entrou em vigor...

Leia Mais

Congresso Brasileiro Multidisciplinar e Multiprofissional em Diabetes

A Associação Nacional de Assistência ao Diabético promoverá, entre 22 e 24...

Leia Mais

Belém do Pará recebe Congresso de Reprodução Humana

O 9º Congresso Norte-Nordeste de Reprodução Humana será realizado em Belém (PA),...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94