Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Médicos voltam a boicotar planos de saúde

Publicado em: 01/08/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

SALVADOR – Paralisação no atendimento começa segunda-feira e vai atingir Norclínicas, Medial e Previna.
    
Os médicos baianos vão paralisar o atendimento, a partir da próxima segunda-feira, aos usuários dos planos de saúde Norclínicas, Medial Saúde e Previna. A decisão também inclui a Promédica, mas apenas na especialidade de hemodinâmica e cardiologia intervencionista. O boicote, aprovado em assembléia geral, na Associação Bahiana de Medicina (ABM), atingirá, desta vez, cerca de 200 mil clientes destas operadoras.
    
O diretor do Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb-Ba), José Márcio Villaça, informou que as emergências e urgências estão fora da paralisação. Ele disse ainda que os pacientes com horários já agendados, até o final da próxima semana, também deverão ser atendidos. A decisão pelo boicote levou em conta os que os médicos consideram de baixos valores de remuneração dos honorários. Além disso, as operadoras estariam atuando com tabelas defasadas, e que não contemplam determinados avanços da medicina.
    
A paralisação atinge as empresas de medicina de grupo, cujas negociações para cumprimento da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) não avançaram. “Até o momento, conseguimos chegar a um acordo apenas com as seguradoras, com as empresas de autogestão e com as cooperativas médicas, como é o caso da Unimed”, afirmou Villaça. Segundo ele, foram realizadas quatro assembléias este ano, sem sucesso nas negociações com este segmento de planos de saúde. “Não dá mais para ficar apenas na conversa e a paralisação é hoje o único instrumento que temos”, disse.
     
José Márcio Villaça tomou como exemplo os valores pagos pela consulta para mostrar a defasagem praticada pela maioria das empresas de medicina de grupo, cujas tabelas variam de R$18,90 a R$25. Já as seguradoras, como Sul América e Bradesco Saúde, pagam R$38, mesmo valor a ser praticado pelas empresas de autogestão, como Cassi, que atualmente estão pagando R$33,60. “Há outros valores que são inadmissíveis, como é o caso da cesariana, que não passa de R$140”, citou.
     
O diretor-presidente da Previna, Fábio Aguiar, disse que a empresa conta com uma rede de clínicas próprias, o que garantirá o atendimento aos seus usuários nestes locais. O boicote, de acordo com o diretor do Cremeb-Ba, pode ser estendido a outras empresas de medicina de grupo a partir do dia 29 de agosto, quando a questão volta a ser discutida em uma nova assembléia na ABM.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações do Correio da Bahia.
Pedro Carvalho, da editoria de Economia.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Confirmado 3º caso de cólera em São Bento...

Um menino de quatro anos, do bairro Iraque, é a nova vítima...

Leia Mais

Governo investe em estudo de células-tronco para doenças...

O Ministro da Saúde, Humberto Costa, anunciou nesta quarta-feira dia dois, durante...

Leia Mais

Cremepe fará dossiê de serviços no interior

O Conselho Regional de Medicina (Cremepe) pretende percorrer 60 cidades do interior...

Leia Mais

Imip realiza curso de planejamento em saúde urbana

Em parceria com a Universidade South Bank, de Londres, o Instituto Materno...

Leia Mais

Congresso Brasileiro Multidisciplinar e Multiprofissional em Diabetes

A Associação Nacional de Assistência ao Diabético promoverá, entre 22 e 24...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94