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15 de Maio: Dia do Combate à Infecção Hospitalar

O simples ato de lavar as mãos é fundamental para evitar infecções hospitalares no paciente. No Brasil, é celebrado no dia 15 de maio o Dia do Combate à Infecção Hospitalar. Segundo o infectologista Carlos Tadeu Leonídio, essas infecções podem tanto ser provocadas por profissionais de saúde, quanto por acompanhantes daquele paciente. “A maioria das infecções hospitalares estão relacionada à transmissão de bactéria por contato. Posteriormente, a bactéria vai se proliferar e invadir o organismo do paciente, estando suscetível a desenvolver essas infecções” salientou o médico.

A infecção hospitalar atualmente é conhecida também como Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS), cuja aquisição está relacionada a um procedimento assistencial ou internamento. “O risco vem mais dos profissionais, pois eles vão atender vários pacientes, podendo disseminar essas bactéria”, frisou o infectologista.

Somente em 2019, no Brasil, o Ministério da Saúde, estimou que a taxa de infecções hospitalares atingiu 14% das internações. Para o infectologista, a medida mais simples e eficaz que deve ser tomada para evitar a disseminação dessas infecções é a higienização das mãos. Além de ações especificas para procedimentos em blocos cirúrgicos.

“Quando o paciente vai fazer uma cirurgia, existe um conjunto de medidas que estão relacionadas para a diminuição de probabilidade de infecção do centro cirúrgico e da ferida operatória” destacou Carlos Tadeu. Essas medidas podem ser dos seguintes tipos: precaução padrão; precaução de contato; precaução de gotículas ou precaução de aerossóis, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

COVID-19 – Para o especialista, a infecção hospitalar durante a pandemia pode ser evitada  atrás do controle da disseminação do vírus e o uso correto da mascara. “O desafio é ter o controle do próprio coronavírus, a disseminação dele é muito simples, na questão de contatos. Existem alguns paradigmas que já eram obrigatórios, como o uso de luvas, por exemplo. Mas, se torna obrigatório o uso da máscara e intensificar a higienização das mãos, vai estar não só ajudando a evitar o covid-19, mas também infecções das bactérias” destacou.

Edição: Joelli Azevedo