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Postos de saúde sem direção

As unidades de saúde da família de Dois Irmãos e Sítio dos Pintos vivem uma verdadeira desordem, sem direção para coordenar os profissionais. Com isso a população acaba sofrendo as consequências. Os postos de saúde estão precisando urgentemente de diretores para administrar as unidades em manter um diálogo com os usuários. Paulo André paulinho.cidadao@gmail. com

O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) denunciou o Governo do Estado ao MPPE. O Estado está deixando de promover concurso público, no Hospital de Areias, para contratar servidor por empenho ou por prazo determinado.

Venho através dessa informar aos órgãos competentes sobre o fracionamento do Hospital De Àvila. Os comprimidos chegam no apartamento dos pacientes sem identificação de lote e validade, a única identificação que vem é com uma fita crepe que acho eu que o pessoal da farmácia na hora que vai entregar aos pacientes escreve nessa fita e enrola no medicamento. Quem me garante que o medicamento que está chegando no meu apartamento é o mesmo que o médico prescreveu? Sem falar nas fraldas que chegam nas mãos das técnicas de enfermagem sem nem uma embalagem protegendo o material de qualquer bactéria.

Bruno Martins – Recife

Gostaria de denunciar o Detran quanto ao tratamento dado aos profissionais credenciados, médicos e psicólogos, que há mais de quatro meses estão sem receber os seus honorários. Não sou credenciada, sou esposa de um psicólogo que presta seus serviços para essa instituição e sinto-me indignada pela forma desrespeitosa com que os profissionais e seus familiares estão sendo tratados. Não entendo como algo dessa natureza possa estar acontecendo, uma vez que o valor dos honorários é oriundo de repasse. Ninguém consegue explicar o que está havendo, inclusive não é a primeira vez que este fato acontece. No mês de março os profissionais organizaram-se para uma paralisação, todavia ao levarem uma lista com os nomes dos profissionais que parariam, o diretor solicitou que não o fizessem e prometeu o pagamento dos honorários na semana seguinte. Obviamente que isto não aconteceu. Jandhuy Almeida – Recife

O Sindicato dos Médicos de Pernambuco denunciou o prefeito de Camara­gibe, João Lemos (PCdoB), ao Ministério Público pelo descaso da saúde no município. Ele resiste a não contratar médicos aprovados em concurso público.

Quero denunciar o descaso de que minha família foi vítima no HR. Minha mãe, Marinete Maria de Jesus permaneceu 18 dias internada naquela unidade, vítima de um AVC. Eu e meu irmão a visitávamos praticamente todos os dias, conversávamos com médicos e enfermeiras. Acompanhamos com muita dor o agravamento do seu quadro. No domingo, 5, saí do hospital às 18h. Ela estava internada no 3º andar. Na segunda seguinte, liguei para lá e estranhei o fato de que ninguém sabia onde ela estava. Passei toda a terça-feira percorrendo aquele hospital, sem que ninguém me desse notícias sobre minha mãe. Até que, às 23h, um segurança argumentou que ela podia ter falecido. Ele ligou para o necrotério e só então soube que minha mãe falecera na noite de domingo e foi encaminhada para o SVO e de lá, para o IML. Dona Marinete, viúva, pensionista do INSS, contribuinte e mãe de dois filhos, entrara lá como indigente. Só na manhã do feriado do dia 8, pude fazer o reconhecimento do corpo. Vale lembrar que precisei ir ao IML duas vezes, pois no HR não me forneceram o número de registro da paciente. A falta de respeito do HR para com as pessoas e seus familiares me causou uma imensa revolta, além da dor da minha perda. O hospital tinha todos os contados – inclusive celulares meu e de meu irmão. Que espécie de serviço social é esse? É essa a medicina humanizada que o governador Eduardo Campos alardeia?

Li na imprensa, reclamações que o Lacen estaria demorando muito para dar os resultados dos exames laboratoriais. Comigo aconteceu pior. Após três meses de ter me submetido a um exame, recebi desse laboratório a notícia de que teria que repetir, pois o material coletado tinha sido insuficiente. Disse para a atendente que não repetiria, pois já não tinha ficado bom. E para minha surpresa, horas depois alguém da diretoria do laboratório ligou para o meu celular se desculpando do longo período para informar o prognóstico da doença e insistiu para que eu repetisse o exame. Minha indagação para ela ficou sem resposta: “se a senhora tinha o número do meu celular, por que não ligou em tempo hábil para eu repetir o exame? Com esse prazo de vocês ou a pessoa morre antes de saber o que tem ou fica bom como eu”.

O governo estadual tem dado muita atenção a questão da violência contra a mulher, mas focando muito a capital, o interior continua esquecido. Em Cachoeirinha, povoado de Mirandiba, Sertão Central, três indivíduos espancaram uma jovem deixando-a com marcas profundas. A vítima, com medo de represálias não denunciou de imediato, mas no dia seguinte foi até a delegacia e prestou queixa. Só que nenhuma providência foi tomada e segundo os comentários de familiares dos agressores, isso é normal pois quem manda no Sertão são os homens, e mulher que se nega a obedecer vai continuar apanhando. Pergunto: e a Lei Maria da Penha, só é válida no Recife? Mirandiba é terra de ninguém? Onde está o governo que só focaliza a capital e deixa o interior à mercê das drogas e violência? As ações precisam ser descentralizadas e a mulher deve ser atendida na sua totalidade, ou então muitas irão morrer. É bom que o governo saiba que a violência caminha rapidamente nas áreas rurais por falta de policiamento e da defesa do cidadão que é dever do Estado.

Maria José Magalhães – Mirandiba – mariajmagalhaes@uol.com.br

O Conselho de Medicina (Cremepe) divulgou lista de profissionais que atuavam ilegalmente na Unidade Mista Maria Gercina Silva, em Tracunhaém, Mata Norte. A denúncia seguiu para o Tribunal de Contas, que investigará o uso de verba do SUS para remunerar esse pessoal.

Solicito às autoridades providências urgentes no sentido de acabar com um foco de dengue existente num terreno abandonado na Av. Domingos Ferreira, em frente ao número 2343. Trata-se de um terreno baldio, onde se encontra, há meses, um grande volume de água estagnada.

Luiz Rodolfo Cabral de Melo – Recife

Gostaria de denunciar as várias galerias abertas nas ruas de Piedade. Numa época de dengue em que vivemos a Prefeitura não faz a sua parte. Essas galerias são depósitos de lixo e de água parada. Um verdadeiro desprezo pela população. A Av. Ayrton Sena temvárias delas, o cruzamento das ruas Ambrósio de Medeiros Delgado com José Nunes da Cunha tem uma em cada lado da calçada e agora o mato cresceu em volta, aumentando o perigo para pedestres desavisados, na Av. Bernardo Vieira de Melo não é diferente. Quando será que a população vai começar a merecer respeito?

Suely Feitosa – Jaboatão

Saúde responde

Em atenção à carta do leitor Fernando Melo, de Igarassu, a Secretaria Estadual de Saúde informa que vem adotando todas as medidas para melhorar a qualidade do atendimento no SUS. Desde 2007, foram investidos mais de R$ 70 milhões na compra de equipamentos, reforma das emergências e ampliação de leitos, além da execução de programas inovadores, como o Mãe Coruja (combate à mortalidade materno-infantil) e o enfrentamento permanente da dengue. Reconhecemos dificuldades, mas não podemos deixar de ressaltar as melhorias desde o início desta gestão.

Assessoria de Imprensa

Em 10.01.08, o médico da Ilha de Itamaracá, José Carlos Mendonça, solicitou uma endoscopia da paciente Eliane Matias de Lima, moradora da Ilha, em virtude de a mesma apresentar fortes dores. No dia seguinte, 11.01.08, juntamente com a paciente, fui ao Hospital Getúlio Vargas, local indicado pelo médico e fomos orientadas a retornar na segunda quinzena de fevereiro, por razões que desconheço. Dia 21.02.08, retornei àquele Hospital e nos encaminharam à sra. Carla, no Ambulatório, que emitiu o prontuário de número 684815 e nos forneceu o telefone 3229-5786 a fim de ligarmos em março, para saber da possibilidade de marcar o exame solicitado. Peço orientação de como devo agir.

Guida Guerra – Ilha de Itamaracá

O hospital regional de Serra Talhada não possui médicos de plantão na emergência. Necessitei várias vezes ser atendido na emergência desse hospital e tive a surpresa de saber que o médico que estaria responsável pelo atendimento não havia chegado e que não teria outro médico para substituí-lo. Esperei três horas consecutivas para não ser atendido. Peço que o governador do estado, além de construir hospitais novos no Recife, possa melhorar as condições do nosso hospital.

Sandro – Serra Talhada